“Não quero ser o Che Guevara do cinema”, diz Wagner Moura após O Agente Secreto

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Para Wagner Moura, “O Agente Secreto” marca um marco na carreira. O ator baiano reforça que a produção de Kleber Mendonça Filho, que pode levá-lo ao Oscar em 2026, não deve definir toda a sua trajetória. Em entrevista ao Los Angeles Times, ele falou sobre os personagens que já interpretou no cinema e em séries, e ressaltou que a política faz parte das produções, mas não é a única vertente que o move.

“Eu não quero ser o Che Guevara do cinema. Eu me sinto atraído por coisas que são políticas, mas gosto de ser ator mais do que qualquer outra coisa”, afirma Moura.

Ele também explica o seu critério para aceitar papéis: não pensa na venda de ingressos, e sim no propósito que a oportunidade tenha para ele. Principais pontos: 1) o papel em “O Agente Secreto” é visto como marco; 2) a política faz parte das produções, mas não é a única vertente; 3) o critério é o propósito, não o dinheiro. “Só fiz coisas na minha vida com o único propósito de pensar: ‘Isto vai ser ótimo’. Nunca fiz nada por dinheiro ou como um degrau para algo maior, ou porque ‘Ah, este filme vai ser visto por muita gente'”, afirmou.

A entrevista ressalta uma visão de carreira mais voltada para o significado do que para a bilheteria, mantendo a atuação como prioridade, mesmo em projetos com apelo político.

E você, concorda com essa visão de escolher papéis pelo propósito? Compartilhe nos comentários a sua opinião sobre o que vale mais em uma atuação ou em uma produção.

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