Após um ano no segundo mandato, a saúde do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é tema de questionamento. O atual líder, em exercício desde janeiro de 2025, concedeu entrevista ao Wall Street Journal na qual atribui hematomas nas mãos à aspirina que toma para fluidificar o sangue e nega ter cochilado em reuniões públicas.
Segundo Trump, os hematomas surgem pela aspirina diária. Ele acrescentou que evita que sangue espesso circule no coração e que, quando ocorre algum impacto, usa maquiagem e bandagens. O presidente também mencionou ter machucado o dorso da mão após um anel da procuradora-geral Pam Bondi, que o teria atingido.
Em relação a exames médicos, Trump afirmou que, em outubro, não houve ressonância magnética, apenas uma tomografia computadorizada para descartar qualquer problema cardiovascular. O médico dele, Sean Barbabella, confirmou ao jornal a realização da tomografia para esse fim.
Sobre o sono em público, o presidente rebateu boatos de cochilos: “Eu simplesmente fecho os olhos. É muito relaxante para mim”, afirmou, acrescentando que às vezes é fotografado piscando sem intenção.
Trump, de 79 anos, também enfatizou que sua saúde é “perfeita” e que mantém hábitos que costumam gerar debate, como alimentação rápida e pouca prática de exercícios. Ele disse que, mesmo com críticas, não teme exames e que permanece confiante no estado de saúde.
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