Cerca de 25 brasileiros retidos na fronteira entre o Brasil e a Venezuela atravessaram de volta para o Brasil neste sábado, após autorização das autoridades venezuelanas. O grupo, formado por turistas de Boa Vista e Manaus, voltou para casa de forma tranquila, sem conflitos, e já se reuniu aos familiares. Segundo relatos, eles aguardavam a permissão para retornar quando receberam a confirmação oficial da liberação, e a travessia ocorreu de maneira organizada, com tratamento respeitoso por parte das autoridades venezuelanas.
Em Pacaraima, o comércio permanece aberto, porém com movimento reduzido. A ausência de compradores vindos de Santa Elena de Uairén impactou as vendas, ainda que as lojas continuem funcionando normalmente em ambos os lados da fronteira.
O prefeito de Pacaraima, Walderi D’Avila, destacou que o momento é de observação e cautela e que os próximos dias ajudarão a entender como a situação pode evoluir. A prefeitura informou que a estrutura de acolhimento continua preparada caso haja nova onda migratória, e que a avaliação aponta para um cenário estável, sujeito a alterações até o início da próxima semana.
A crise recebe atenção especial em Roraima, estado que historicamente sofre impactos da instabilidade venezuelana. O governador Antonio Denarium afirmou que mantém contato permanente com órgãos federais para monitorar a situação e evitar reflexos mais graves na fronteira. Em nota oficial, o Governo de Roraima enfatizou que a prioridade é a ordem pública, a segurança da população e a continuidade dos serviços essenciais, com as forças de segurança atuando de forma normal.
O texto oficial reforça a importância de conduzir questões internacionais por meio de mecanismos diplomáticos e do diálogo, evitando qualquer escalada que comprometa a estabilidade regional. O governo de Roraima colocou-se à disposição para colaborar com as instâncias federais e com organismos internacionais, sempre que necessário, para manter a paz e a proteção da população local.
A situação é acompanhada com atenção pelas autoridades, que ressaltam a necessidade de manter a atuação da segurança pública em nível de prontidão, sem desviar do funcionamento regular dos serviços públicos. O relato reforça que a região permanece sob monitoramento para prevenir impactos nas atividades locais.
Fique à vontade para compartilhar sua opinião sobre a atuação das autoridades na fronteira e o impacto da situação em Pacaraima e em Roraima. Como você avalia os próximos passos para manter a estabilidade da região? Comente abaixo com seus insights e perguntas.

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