Venezuelanos estocam comida após ataque dos EUA e captura de Maduro

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Em meio à forte instabilidade política e à incerteza provocada pelo ataque dos Estados Unidos à Venezuela, a madrugada de 3/1 trouxe informações sobre a captura do presidente Nicolás Maduro. Moradores de várias regiões do país formaram longas filas em supermercados, enquanto o temor de desabastecimento se espalhava pela população.

Relatos e imagens nas redes sociais mostram estabelecimentos lotados em diferentes cidades do país, com o medo de que a crise se agrave, haja novos confrontos e haja mais dificuldades de compra de alimentos e itens básicos.

Segundo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a operação militar teve como alvo a estrutura do regime chavista e resultou na captura de Maduro, que foi retirado do território venezuelano e levado para os EUA. Trump afirmou que o líder venezuelano enfrentará acusações de narcoterrorismo.

O governo venezuelano classificou a ação como uma agressão militar. A vice?presidente Delcy Rodríguez afirmou que a Venezuela não se renderá. Em comunicado oficial, as autoridades informaram que os ataques atingiram Caracas e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira, sem divulgar o número de vítimas nem a extensão dos danos.

A despeito da narrativa de cada lado, a situação deixa dúvidas sobre o futuro político da região e sobre o controle de recursos no país, incluindo as reservas de petróleo. As informações oficiais não trazem um balanço claro sobre impactos ou consequências imediatas.

Como você vê esse desdobramento? Compartilhe sua leitura nos comentários e indique quais impactos você acredita que essa crise pode trazer para a população venezuelana e para a região.

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