Resumo: Nicaragua libertou pelo menos 20 presos políticos neste sábado (10/01/2026) após pressão da Embaixada dos EUA, segundo a ONG Monitoreo Azul y Blanco, que acompanha casos de violações de direitos humanos no país.

A libertação ocorreu logo após a pressão da Embaixada dos EUA na Nicarágua, que solicitou a liberação dos detidos. Ana Margarita Vijil, líder da oposição e ex-prisioneira, retuitou a informação e reforçou a exigência de libertação incondicional de todos os presos políticos: “A exigência permanece: todos os detidos arbitrariamente devem ser libertados incondicionalmente. As violações dos direitos humanos não podem ser apagadas. Liberdade para todos os presos políticos.”
A Monitoreo Azul y Blanco — coletivo interdisciplinar de ativistas e organização de direitos humanos — divulgou ainda a lista com os nomes das pessoas libertadas, conforme o Mecanismo para o Reconhecimento de Personas Presas Políticas na Nicarágua. A ONG destacou que, neste 10 de janeiro de 2026, pelo menos 20 pessoas foram libertadas após verificação com suas famílias.
A libertação teria ocorrido pouco depois de a Embaixada dos EUA ter pressionado o governo de Daniel Ortega a agir. A Embaixada confirmou que, apesar da liberação, mais de 60 pessoas permanecem detidas injustamente ou desaparecidas, entre pastores, religiosos, doentes e idosos. “A paz só é possível com liberdade”, disse a Embaixada em suas redes.
O caso evidencia o papel de organizações de direitos humanos na Nicarágua, como a Monitoreo Azul y Blanco, que documenta, verifica e denuncia incidentes de repressão política. O trabalho dessas organizações continua essencial para acompanhar prisões políticas e oferecer respostas à comunidade internacional.
Como você vê essa libertação e o equilíbrio entre pressão externa e ações internas para defender direitos humanos na Nicarágua? Compartilhe sua visão nos comentários e participe da conversa. Sua opinião importa.

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