Lucinete Freitas, 55 anos, natural de Aracobaia, interior do Ceará, morava sozinha em Amadora, na região metropolitana de Lisboa, onde trabalhava como babá e empregada doméstica para outra brasileira. Ela ficou desaparecida por 13 dias e foi encontrada morta em 18 de dezembro, após ter sido supostamente agredida com um bloco de cimento na cabeça pela patroa.
Segundo o Ministério Público de Portugal, a relação entre as duas era marcada por conflitos. No dia do crime, a suspeita levou Lucinete para um local isolado e a agrediu com o bloco de cimento, provocando a morte. Há indícios de que, após confirmar o óbito, a investigada cobriu o corpo com entulho e deixou o local. Também usou o celular da vítima para fingir ser ela e enviar mensagens dizendo que iria para Algarve com uma amiga, com a intenção de adiar o registro do desaparecimento.
O chefe da Casa Civil do Ceará, Chagas Vieira, afirmou que o governo do estado arcará com os custos do translado do corpo da brasileira para o Brasil. O governador Elmano Freitas determinou que tudo seja feito para facilitar o traslado, como forma de amenizar a dor da família cearense.
Lucinete era natural de Aracobaia e morava em Amadora. Ela pretendia levar o marido e o filho para viverem no país europeu. A Casa Civil do Ceará não informou quando o translado deverá começar nem se há previsão para a chegada do corpo ao Brasil. A investigação continua em andamento, com a suspeita detida preventivamente.
Com informações do Estadão Conteúdo, este caso ganha atenção pela brutalidade dos fatos, pela atuação das autoridades portuguesas e pelo apoio anunciado pelo governo do Ceará aos familiares da vítima. A região permanece atenta aos desdobramentos da apuração e às medidas de assistência à família.
O caso segue em aberto e a imprensa acompanha os próximos passos da investigação. Deixe sua opinião nos comentários sobre o que você acredita ter acontecido e quais impactos esse episódio pode ter para políticas de acolhimento de trabalhadores brasileiros migrantes.

Facebook Comments