‘Conselho da Paz’: quem aceitou e quem recusou o convite de Trump

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

Meta descrição: O presidente dos EUA, Donald Trump, lançou o “Conselho da Paz” durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, com foco inicial na Faixa de Gaza e planos de ampliar a atuação. Mais de 20 países já aceitaram, enquanto outros recusaram ou avaliam a participação.

O presidente dos EUA, Donald Trump, apresentou na quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, o chamado “Conselho da Paz” durante o Fórum Econômico Mundial em Davos. Segundo ele, o objetivo é criar um mecanismo para resolver conflitos globais, começando pela Faixa de Gaza e expandindo para outras regiões do mundo. Mais de 20 países já aceitaram o convite para integrar o grupo.

Trump informou ter convidado o presidente da Rússia, Vladimir Putin, para fazer parte do conselho, mas o Kremlin ainda não confirmou a aceitação. Putin afirmou que seu país está consultando parceiros estratégicos antes de decidir. A participação russa permanece em aberto e gera expectativa sobre o papel da Rússia no processo.

Na mesma linha, Trump mencionou que o presidente brasileiro Lula poderia ter um grande papel na entidade. O governo do Brasil confirmou o convite, mas Lula quer avaliar as condições geopolíticas envolvidas antes de tomar uma decisão. O Canadá também chegou a ser convidado, porém o próprio Trump adiou ou cancelou a proposta formal.

A seguir, as listas divulgadas sobre o interesse dos países em participar: Quem aceitou participar: Albânia, Argentina, Arábia Saudita, Armênia, Azerbaijão, Bahrein, Bulgária, Catar, Cazaquistão, Egito, Emirados Árabes Unidos, Hungria, Indonésia, Israel, Jordânia, Kosovo, Marrocos, Mongólia, Paquistão, Turquia, Uzbequistão, Vietnã, Bielorrússia, Paraguai. Quem se recusou a participar: Reino Unido, Noruega, Suécia, Eslovênia, França, Espanha, Alemanha. Quem está analisando: Brasil, China, Chipre, Croácia, Grécia, Índia, Itália, Rússia, Singapura, Tailândia, Ucrânia, União Europeia.

A formação do Conselho da Paz visa estabelecer um mecanismo de mediação para conflitos globais, com especial atenção inicial à situação em Gaza e a ampliação de atuação para outras regiões. O anúncio gerou expectativas sobre como diferentes potências vão se posicionar e colaborar no processo, além de impactos diplomáticos entre os países convidados e aqueles que recusaram ou ainda avaliam o envolvimento.

Fique de olho nas futuras confirmações e desdobramentos desse convite, que prometem redesenhar as relações internacionais em um cenário de tensão e busca por soluções pacíficas. E você, o que acha dessa iniciativa? Comente abaixo como vê o papel de novos conselhos de paz no cenário global.

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Sete pessoas estão presas em caverna no Laos há cinco dias; veja imagens

Resumo: Sete moradores permanecem presos dentro de uma caverna inundada no Laos há cinco dias, enquanto equipes de resgate intensificam as ações. Mergulhadores...

Irã executa homem acusado de espionagem para Estados Unidos e Israel

O Irã executou Mojtaa Kian, acusado de repassar dados sobre a indústria de defesa aos Estados Unidos e a Israel, em uma decisão...

Financial Times diz que filme sobre Bolsonaro se tornou uma ‘comédia de erros’

O Financial Times afirma que Dark Horse, filme sobre Jair Bolsonaro, já nasce envolto em controvérsia, apresentado como uma “comédia de erros” antes...