Justiça decreta prisão preventiva do cantor João Lima por agressões a esposa

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TJ-PB decreta prisão preventiva de cantor João Lima por violência doméstica; medidas protetivas são aplicadas

O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJ-PB) determinou, na tarde deste domingo (25), a prisão preventiva do cantor João Lima, investigado por violência doméstica contra a esposa. A decisão foi tomada após a repercussão do caso no sábado (24), quando foram divulgados vídeos em que o artista aparece agredindo a vítima, a médica Raphaella Brilhante. Uma medida protetiva também foi concedida à vítima para garantir sua segurança.

O mandado de prisão foi expedido pelo plantão judiciário e assinado pelo juiz Bruno César Azevedo Isidro. A decisão aponta que a medida visa resguardar a ordem pública. Conforme os autos, as agressões teriam ocorrido no dia 18 de janeiro, incluindo socos, aperto na mandíbula e amordaçamento para silenciar a vítima, que também chegou a receber uma faca e ter sido orientada a se matar.

Três dias depois, o cantor teria ido até a casa da mãe da vítima, ameaçando-a novamente e dizendo que encerraria a vida dela caso não reatasse o relacionamento. A depender das informações apresentadas, ele afirmou que, se Raphaella tivesse outro relacionamento, ambos seriam mortos.

Com o mandado de prisão e a medida protetiva, João Lima fica proibido de se aproximar da esposa e de frequentar a residência, além de proibir qualquer contato com ela ou com familiares. A medida estabelece uma distância mínima de 300 metros da vítima e impede a presença em locais como shoppings e academias, a fim de resguardar a integridade da mulher.

Após a repercussão, Raphaella Brilhante informou, publicamente, a violência que sofreu, descrevendo uma dor que atravessa o corpo, a alma e a história. A médica, que soma mais de 600 mil seguidores nas redes, afirmou que nenhuma mulher deveria precisar chegar a esse ponto para ser ouvida, e que as medidas legais estão sendo tomadas com respeito à Justiça.

A violência contra a mulher continua ganhando atenção pública, com a Justiça atuando para proteger a vítima e coibir novas agressões. Compartilhe sua opinião sobre o tema nos comentários e como a sociedade pode apoiar as mulheres que enfrentam situações semelhantes.

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