O deputado federal Capitão Alden (PL) avaliou a relação aliada do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro na Bahia, com o grupo ligado ao ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União). Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, pela Antena 1 Salvador 100.1, Alden manteve o tom crítico em relação ao campo de oposição na Bahia.
Segundo ele, o PL aparece como parceiro marginalizado: o partido seria usado basicamente para fundo eleitoral, tempo de rádio e TV e para mobilizar as massas que vão às ruas, ainda que sem impacto direto na majoritária. Em sua visão, o Centrão, em especial o União Brasil, busca uma base mais conciliadora, levando a dúvida sobre o que o PL terá como entregas concretas para a Bahia e qual será o papel de ACM Neto nesse caminho.
Alden aponta que pautas de segurança pública são cruciais para manter a coesão do grupo oposicionista. Ele afirma que a base está atenta e cobrando ações, deixando claro que não pretende voltar à mesa de negociação para apresentar propostas apenas para iludir o eleitorado. Sem maioria que puxe votos, o PL perde força, o que dificulta a eleição de deputados federais e estaduais.
O parlamentar também comentou o cenário de manifestações contra a gestão de Lula, com foco na Bahia, e avaliou o contexto nacional para 2026. Ele lembrou que, no estado, dos 417 municípios, apenas dois deram votos expressivos a Bolsonaro, o que evidencia desafios de organização e mobilização regional.
Como você enxerga o papel do PL na Bahia e a aposta de ACM Neto para a base de apoio? Deixe sua opinião nos comentários.

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