EUA e Rússia negociam interrupção de ataques à Ucrânia, diz Kremlin

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu ao presidente russo Vladimir Putin que interrompesse os ataques contra Kiev até 1º de fevereiro, segundo o Kremlin. O novo gesto foi apresentado como uma medida para criar condições favoráveis às negociações, embora nem Trump nem Moscou tenham confirmado oficialmente a data.

O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, afirmou que Trump fez o pedido pessoalmente para que Putin se abstivesse de atacar Kiev e outras cidades por uma semana, até 1º de fevereiro, com o objetivo de facilitar as negociações. Ele não vinculou a solicitação às temperaturas, destacando o aspecto diplomático do pedido.

Trump disse, durante uma reunião na Casa Branca, que o apelo ocorreu por causa do frio extremo na Ucrânia, ao defender o fim da guerra que já dura quase quatro anos. O Kremlin, porém, descreveu o objetivo do pedido como facilitar as negociações, sem associar a demanda às condições climáticas.

A Ucrânia enfrenta temperaturas muito baixas, com a previsão de queda a até 30 graus negativos nos próximos dias. A agência meteorológica do país alertou que o pior da onda de frio pode se estender após 1º de fevereiro, aumentando o desafio para a população e a infraestrutura.

As ações russas contra a rede energética ucraniana deixaram milhares sem calefação em Kiev durante o inverno. O contexto de frio intenso envolve, na leitura oficial, a tentativa de criar condições para negociações entre as partes envolvidas no conflito.

A cobertura ressalta o esforço de Washington para encerrar o conflito entre Rússia e Ucrânia, reiterando o debate sobre negociações e possíveis acordos. A notícia é baseada em informações da AFP e coloca o aperto diplomático no centro do debate atual.

Participe nos comentários: como você vê o papel das negociações entre EUA e Rússia no atual conflito na Ucrânia? Deixe sua opinião e contribua com a discussão.

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