Grupo de cristãos sequestrados escapa de cativeiro na Nigéria

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Meta descrição: 80 cristãos sequestrados na Nigéria fogem do cativeiro; o caso em Kaduna revela o tamanho do desafio, com números oficiais, pagamentos de resgate e dados da Portas Abertas e da Lista Mundial da Perseguição 2026.

Palavras-chave: Nigéria, Kaduna, sequestro, cristãos, Portas Abertas, LMP 2026, segurança, violência religiosa.

Pelo menos 80 cristãos nigerianos sequestrados por homens armados em 18 de janeiro de 2026 escaparam do cativeiro. Eles integram as 177 vítimas raptadas em três igrejas no estado de Kaduna. Antes disso, 11 cristãos já haviam escapado logo após o sequestro.

Os 80 permaneceram escondidos em comunidades vizinhas por duas semanas antes de voltarem para casa. Ishaku Dan’azumi, chefe do vilarejo de Kurmin Wali, confirmou a notícia e informou que 86 pessoas ainda estão sob cativeiro. No dia do ataque, pessoas que se recuperavam de cirurgias também foram levadas.

“Pedimos ao governo e aos militares para garantirem a segurança e o retorno das 86 pessoas que ainda estão no cativeiro dos criminosos”, disse Dan’azumi. A região de Kurmin Wali, no sul de Kaduna, vem ficando cada vez mais insegura. Em 11 de janeiro de 2026, 21 pessoas foram sequestradas e só libertas após o pagamento de cerca de 5 mil dólares aos criminosos.

Sobre a situação, a Portas Abertas informou que as localidades cristãs no sul do estado de Kaduna já enfrentam vulnerabilidade elevada. Embora nem sempre fique claro quem são os autores ou seus motivos, o resultado é empobrecimento, medo e sofrimento dos cristãos, o que prejudica a missão da igreja na Nigéria.

Segundo a Lista Mundial da Perseguição 2026 (LMP) da Portas Abertas, mais cristãos foram mortos na Nigéria do que em qualquer outro país entre 1º de outubro de 2024 e 30 de setembro de 2025. Dos 4.849 cristãos mortos no mundo por causa da fé, 3.490 (72%) eram nigerianos, um aumento em relação aos 3.100 do ano anterior. A Nigéria ocupa a 7ª posição entre os 50 países onde é mais difícil ser cristão.

Esses números evidenciam a persistente perseguição religiosa na Nigéria, com impactos diretos na vida de moradores, no trabalho das igrejas locais e na capacidade de cumprir a missão cristã. A situação reforça a necessidade de proteção, apoio humanitário e ações que promovam segurança e convivência pacífica na região.

E você, o que pensa sobre esses desdobramentos? Compartilhe nos comentários suas opiniões, dúvidas ou sugestões sobre como apoiar vítimas e fortalecer a segurança na região.

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