Aos 25 anos, cão resgatado ajuda outros animais idosos em abrigos

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Henry, um Rat Terrier de 25 anos, pode entrar para o Guinness World Records como o cachorro mais velho do mundo, enquanto sua história ganha força para apoiar cães idosos em abrigos.

O resgate aconteceu em 2010, quando Lori Larson e o marido Jim recolheram 29 cães de um quintal superlotado e em condições precárias. Muitos deles conseguiram um novo lar nos meses seguintes, mas Henry permaneceu no abrigo, desgostoso com o contato, até que, com paciência e cuidado, começou a abrir-se para a possibilidade de afeto.

Hoje, Henry é descrito como um “pequeno cavalheiro” que gosta do colo da tutora. O cão é cego e faz uso de Viagra para tratar hipertensão pulmonar. Os custos médios são elevados: uma consulta com cardiologista ou pneumologista pode chegar a cerca de US$ 1.100, o que torna o cuidado com cães idosos especialmente oneroso para quem os abriga.

A história também envolve a missão de vida de Lori: manter os cães seguros é prioridade, mesmo que isso signifique enfrentar custos elevados. Em entrevista, ela explicou que tratar animais idosos pode ficar caro, citando que Henry já passou por cardiologia e pneumologia, com consultas que pesam no orçamento.

A meta é ambiciosa: levantar pelo menos US$ 100.000 para oferecer subsídios a abrigos que abrigam cães idosos, garantindo cuidados continuados para quem passa boa parte da vida em abrigos e, muitas vezes, não encontra um lar. Além das redes sociais, a campanha também ganhou uma página de doações dedicada a ampliar o alcance financeiro.

Segundo Lori, muitos abrigos enfrentam custos crescentes e a manutenção de cães idosos não pode ficar sem apoio. Henry, agora símbolo dessa luta, ajuda a conscientizar o público sobre a importância de acolher animais de idade avançada e a necessidade de recursos para manter esse cuidado.

Se você se emocionou com a história de Henry, compartilhe nos comentários suas experiências com animais idosos e abrigos da sua região. Sua opinião pode inspirar outras pessoas a apoiar tutores e abrigos que cuidam de peludos na terceira idade.

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