VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Antes entusiasmados com a ida do ministro do STF, André Mendonça, para a relatoria do caso Master, integrantes da CPMI do INSS passaram a avaliar, nos bastidores, que o magistrado tomou decisões consideradas “pouco razoáveis” na condução do processo.
Segundo esses parlamentares, a primeira decisão vista como equivocada foi a de manter o direito de Daniel Vorcaro, dono do banco, de não comparecer à oitiva que estava agendada para segunda-feira (22/2).
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Dirigentes do PT veem com cautela relatoria do ministro do STF André Mendonça no Caso Master
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André Mendonça integra 2ª Turma do STF
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Relator da CPMI do INSS, Alfredo Gaspar
Outra decisão também criticada foi de o magistrado decidir que Vorcaro não poderá viajar a Brasília em uma avião particular. Segundo o ministro, o empresário poderá somente se deslocar à capital federal em uma aeronave comercial ou em um voo conduzido pela Polícia Federal.
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Para a cúpula da comissão, a decisão de Mendonça contribuiu para que o banqueiro desistisse de comparecer ao colegiado.
Investigado por fraude financeira, Vorcaro era guardado na próxima semana para prestar depoimentos na CPMI do INSS e na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, que criou um grupo de trabalho para acompanhar as investigações do caso Master.

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