Quem era a PM esposa de coronel encontrada morta dentro de casa

Escrito por: Diógenes Cunha

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

A policial militar (PM) Gisele Alves Santana, de 32 anos, foi encontrada morta no apartamento em que morava, no Brás, centro de São Paulo, nessa quarta-feira (18/2). A agente, que havia conseguido uma promoção recentemente para o Tribunal de Justiça Militar (TJM), deixou uma filha e era apontada como uma amiga presente.

Gisele trabalhava desde os 17 anos, idade em que obteve um emprego como caixa em um supermercado, na zona leste — a policial foi criada e sempre morou na região do Jardim Romano, antes de se mudar com o marido para o centro da capital paulista.

Quem era a PM esposa de coronel encontrada morta dentro de casa - destaque galeria

Metrópoles

Gisele morreu no imóvel onde vivia com marido, no Brás, no centro de São Paulo

1 de 8

Gisele morreu no imóvel onde vivia com marido, no Brás, no centro de São Paulo

Reprodução/Instagram

Gisele Alves Santana e o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos

2 de 8

Gisele Alves Santana e o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos

Reprodução/Instagram

Caso foi tratado inicialmente como suicídio e, depois, alterado para morte suspeita

3 de 8

Caso foi tratado inicialmente como suicídio e, depois, alterado para morte suspeita

Reprodução/Instagram

Gisele Alves Santana tinha 32 anos

4 de 8

Gisele Alves Santana tinha 32 anos

Reprodução/Instagram

Gisele Alves Santana tinha 32 anos

5 de 8

Gisele Alves Santana tinha 32 anos

Reprodução/Instagram

Soldado da Polícia Militar, Gisele Alves Santana foi encontrada morta

6 de 8

Soldado da Polícia Militar, Gisele Alves Santana foi encontrada morta

Reprodução/Instagram

Gisele Alves Santana foi encontrada morta em um apartamento no Brás

7 de 8

Gisele Alves Santana foi encontrada morta em um apartamento no Brás

Reprodução/Instagram

Gisele era policial militar

8 de 8

Gisele era policial militar

Reprodução/Instagram

Em entrevista ao Metrópoles, uma amiga da vítima contou que a policial sempre quis ter o próprio dinheiro e decidiu entrar para a corporação. A colega define Gisele como “centrada e determinada”.

Antes de morrer, a mulher estava feliz em poder ganhar mais e ter uma melhor qualidade de vida. Segundo pessoas próximas, ela “fazia o possível e o impossível” para cuidar da filha.

Nessa quarta-feira (18/2), contudo, Gisele foi encontrada morta com um disparo na cabeça no imóvel onde vivia com o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos. A arma pertence ao companheiro da vítima.

Leia também

Em depoimento à Polícia Civil, a mãe de Gisele, Marinalva Vieira, disse que a filha vivia uma relação abusiva com Geraldo Neto. Na sexta-feira (13/2), a policial, inclusive, teria ligado para os pais chorando muito, falando que não estava mais aguentando a pressão e havia pedido para o pai buscá-la em casa.

Ainda de acordo com a mãe, Gisele era proibida de usar batom, perfume e andar de salto alto. A policial também já teria tentado se separar do tenente-coronel, atitude que gerou pânico no homem, que, segundo Marinalva, enviou uma foto com uma arma apontada para a própria cabeça para Gisele.

O pai tentou ir até o local para auxiliar a filha, mas ela teria mudado de ideia e afirmado que ainda estava conversando sobre o término. O sepultamento de Gisele aconteceu nesta sexta-feira (20/2) em Suzano, na Grande São Paulo.

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Homem é preso após manter mulher refém em bar turístico de Salvador

Resumo: Na noite de sábado, um homem foi detido no Porto da Barra, Salvador, após manter uma mulher refém com uma...

Polícia prende suspeitos de furtar carros de luxo e repassar ao Comando Vermelho

Resumo Quatro suspeitos foram detidos pela Polícia Civil do RJ, apontados como integrantes de uma quadrilha que furtava veículos de luxo, incluindo carros blindados,...

Fachin mira Mendonça e Moraes para traçar rumos da crise no STF

Resumo STF encara crise institucional entre Fachin, Mendonça...