Sesab descarta caso de Mpox em Vitória da Conquista e considera que doença foi “importada” em diagnóstico de turista

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

A Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) informou que cinco casos de mpox foram descartados no estado, um foi reclassificado para varicela, enquanto há um paciente com a doença confirmada. O balanço foi divulgado nesta sexta-feira (20), por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep).

O caso da baiana internada em Vitória da Conquista, anteriormente registrado como Mpox,teve diagnóstico reclassificado nos sistemas oficiais, de acordo com os critérios diagnósticos vigentes. O exame inicial de suspeita de Mpox foi revisto após exames realizados pelo Laboratório Central de Saúde Pública Prof. Gonçalo Moniz (Lacen-BA), confirmando varicela.

Já o paciente oriundo de Osasco está sendo tratado, para fins de consolidação epidemiológica, como caso importado. O Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) Bahia solicitou ao Ministério da Saúde a retificação do estado de notificação para São Paulo, permanecendo na Bahia apenas o registro do atendimento assistencial realizado em Salvador.

Até o momento, não há registro de óbito por Mpox na Bahia.

Na quinta-feira (19), a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia havia informado dois diagnósticos positivos em território baiano: um em Vitória da Conquista e outro de um turista paulista atendido em Salvador. No entanto, com a conclusão do fluxo laboratorial e da investigação epidemiológica, o caso de Conquista foi reclassificado como varicela, e o caso do paciente de Osasco passou a ser considerado importado.

A Sesab reforçou que nenhum dos registros tem relação com o período do Carnaval.

A MPOX
A Mpox é uma doença viral da mesma família da varíola e o contágio acontece, principalmente, pelo toque direto na pele de alguém infectado, especialmente se houver feridas. O compartilhamento de objetos pessoais, como roupas e toalhas, ou o contato com secreções também são formas de transmissão.

Os sintomas costumam incluir febre, dores de cabeça e no corpo, cansaço e o aparecimento de ínguas. 

O sinal mais característico são as lesões na pele, que geralmente começam no rosto e se espalham para as mãos e os pés. Como ainda não existe um remédio específico para combater o vírus, o tratamento foca em aliviar as dores e evitar que as feridas inflamem. 

O paciente precisa se manter isolado até que todas as crostas das feridas caiam e a pele cicatrize, o que costuma levar entre duas e quatro semanas.

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

ARTIGOS RELACIONADOS

Delegado aponta que ossada encontrada em São Gonçalo dos Campos pode ser de jovem desaparecido

Uma ossada humana foi localizada em uma área de mata em São Gonçalo dos Campos, município do Portal do Sertão. A Polícia Civil...

Cinco dias após fechamento da cratera, trecho da BR-324 próximo a Feira de Santana é interditado para avaliações

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) iniciou, na tarde desta sexta-feira (24), obras de avaliação e intervenção no km 604 da...

MP-BA instaura Inquérito Civil contra a Salvamar por ‘escala fantasma’ e postos descobertos

A 8ª Promotoria de Justiça de Proteção da Moralidade Administrativa do Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou um Inquérito Civil para aprofundar as...