Investigados por estupro coletivo comemoraram crime: ‘Mãe de alguém teve que chorar’

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Um caso de estupro coletivo ocorrido em Copacabana, no Rio de Janeiro, levou à detenção de quatro adultos e um adolescente. Logo após o crime, registrado na saída de um apartamento, o grupo gravou imagens com tom de deboche, incluindo brincadeiras sobre o episódio. As cenas mostram os investigados na saída do local e geraram nova linha de apuração por parte da Polícia Civil.

O crime ocorreu no dia 31 de janeiro, quando uma estudante de 17 anos foi levada ao endereço por um colega e encontrou os demais homens no imóvel. A vítima recusou qualquer interação, foi trancada em um cômodo e acabou estuprada, segundo as investigações que chegaram ao Fantástico, da TV Globo.

Entre os suspeitos estão Bruno Felipe dos Santos Allegretti (18 anos), João Gabriel Xavier Berthô (19), Mattheus Veríssimo Zoel Martins (19) e Vitor Hugo Oliveira Simonin (18). Um adolescente também participa do caso. Os quatro adultos já haviam se entregado em delegacias para cumprimento de mandados de prisão, e o menor se apresentou à Polícia em Belford Roxo.

Após as prisões, a Polícia Civil recebeu relatos de mais duas adolescentes com denúncias de estupro envolvendo os mesmos suspeitos, o que levou a abertura de novos inquéritos para apurar esses casos. As novas denúncias ampliam o foco das investigações para outros períodos anteriores.

Segundo o delegado Ângelo Lages, da 12ª Delegacia de Polícia de Copacabana, os casos incluem ocorrências em outubro de 2023 e outubro de 2025. A vítima de 2023 tinha 14 anos na época e havia mantido relacionamento com o mesmo adolescente envolvido no episódio de Copacabana. Ela foi atraída para um apartamento no bairro do Maracanã, onde estavam Mattheus Veríssimo Zoel Martins e outro rapaz. O delegado afirmou que o relato dessa vítima é compatível com o atual caso.

Já a vítima de 2025 era estudante do Colégio Pedro II, onde alguns dos suspeitos também estudam. A jovem relatou ter sido estuprada durante uma festa estudantil. O caso também envolve Vitor Hugo Oliveira Simonim, filho do ex-subsecretário estadual de Governança, Compliance e Gestão Administrativa José Carlos Costa Simonim, que foi exonerado após o episódio de Copacabana vir a público.

A relação dos suspeitos com instituições de ensino — incluindo o Colégio Pedro II e a Unirio — mostra que parte do grupo atuava no mesmo ambiente escolar onde as vítimas estudavam. As investigações continuam para esclarecer a extensão dos abusos e confirmar novas denúncias, bem como para determinar possíveis responsavelmente e medidas cabíveis para cada caso.

Este caso reacende o debate sobre a segurança de estudantes e a eficácia das investigações, destacando a necessidade de proteção às vítimas e de transparência nos procedimentos legais. Fique atento às próximas informações oficiais sobre desdobramentos dessa apuração.

Se você acompanhou as notícias ou tem opinião sobre como as autoridades lidam com esse tipo de crime, compartilhe seu ponto de vista nos comentários. Sua leitura ajuda a ampliar o debate público sobre justiça, proteção aos estudantes e responsabilização dos envolvidos.

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