Quem são os assessores dos EUA que vieram discutir PCC e CV no Brasil

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Assessores dos EUA chegam ao Brasil para discutir PCC e CV – uma comitiva de Washington veio ao Brasil para tratar da atuação de organizações criminosas no país, em especial PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho), em diálogo com autoridades brasileiras. Entre os presentes está Darren Beattie, que deverá visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro na Papuda na próxima semana.

Beattie chegou ao Departamento de Estado no ano passado e já atuou como redator de discursos e assessor político da Casa Branca. Segundo o site do Departamento de Estado, ele foi nomeado para a Comissão para a Preservação do Patrimônio Americano no Exterior. Além de sua passagem pelo Brasil, Beattie já foi professor de teoria política na Universidade de Duke e na Humboldt University, em Berlim.

Outro integrante da comitiva é o Ricardo Pita, conselheiro sênior do Departamento de Assuntos do Hemisfério Ocidental, em posição auxiliar. O Joshua Johnson, da Office of External Services do Departamento de Estado, também esteve no Brasil para dialogar com autoridades nacionais. Entre os interlocutores procurados pelos assessores de Marco Rubio está o promotor de Justiça Lincoln Gakiya, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do MP-SP, que afirmou ter conversado com os assessores sobre a atuação do PCC no Brasil e internacionalmente.

Integrantes do governo do presidente Donald Trump estiveram em Brasília e em São Paulo, mantendo contatos com policiais federais. A passagem dos assessores de Rubio reforça o foco de Washington em cooperação com autoridades brasileiras para conter o crime organizado que atua tanto no país quanto no exterior.

Gakiya, membro do GAEO do MP-SP, comentou à Jovem Pan que tratou com os assessores de Rubio sobre a atuação do PCC no Brasil e no exterior, destacando a importância da cooperação internacional no enfrentamento dessas organizações.”

Este movimento reflete a busca por alinhamento entre autoridades brasileiras e o governo dos EUA no combate a PCC e CV, com a participação de diferentes setores do poder público brasileiro e representantes norte-americanos. Conte para a gente o que você acha sobre esse diálogo transnacional no enfrentamento do crime organizado.

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