Aproximação de Zé Cocá com ACM Neto “quebra” movimento conjunto de quarteto do PP e altera cenário; veja detalhes

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Resumo: O grupo de quatro deputados do PP que buscava migrar para sustentar o apoio ao governo baiano se desfez após o prefeito Zé Cocá (PP) se aproximar de ACM Neto (União). Hassan passa para a oposição; Niltinho já oficializou filiação ao PSD na segunda-feira (23); os demais devem permanecer na base do governador Jerônimo Rodrigues (PT). A cena envolve ainda Fabíola Mansur e uma leva de negociações com PSB, MDB e PV, desenhando o tabuleiro político da Bahia.

Com Hassan na oposição, a recomposição perde coesão. Segundo apuração do Bahia Notícia, um entrave no oeste baiano envolvendo Antonio Henrique Jr. e a secretária Jusmari Oliveira ajudou a manter o caminho mais provável pelo PSB, que já sinalizou a chegada do quarteto em fevereiro. Em relação a Eduardo Salles, houve avanço de conversas com MDB e PV, ainda sem confirmação de filiação, e a possibilidade de acordos com outros aliados da base do governo permanece em aberto.

Articuladores descrevem as negociações como um esforço para “salvar” os mandatos dos deputados que deixaram o PP. Pesquisas citadas na apuração mostrariam que uma dissidência em bloco poderia resultar em derrota para alguns nomes, o que sustenta as estratégias de remanejamento e realinhamento entre legendas.

Entre os nomes locais, a suplente Fabíola Mansur permanece sob pressão. Uma fonte diz que ela está “assustada” com a possibilidade de não se eleger novamente e temer receber menos votos que Antônio Henrique Jr. e o titular da SDE, Angelo Almeida. A presidente estadual do PSD, Lídice da Mata, afirma estar mobilizando esforços para manter Fabíola no PSB, mas a situação em Irecê aumenta as dúvidas. Ainda aparecem possibilidades para Fabíola na Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), considerada como um encaixe estratégico, dada a percepção de que PT e PCdoB podem ser mais fechados.

Além disso, há avaliação de que o destino mais viável para Fabíola seria o PV, embora não haja definição. O PSB observa o cenário com cautela, tentando consolidar a bancada e evitar desgastes locais, ao mesmo tempo em que busca ampliar a atuação na Assembleia. O conjunto de articulações segue dinâmico, refletindo a pluralidade de interesses na Bahia.

Conforme o cenário se desenha, leitores são convidados a acompanhar os desdobramentos e a compartilhar a opinião sobre como essas articulações podem redesenhar a vida política de cada cidade do estado. Compartilhe abaixo sua leitura sobre as negociações em curso e o que isso pode significar para as próximas eleições na Bahia.

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