Corregedorias investigam suspeita de morte de empresário por PM em SP

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Resumo: O empresário Celso Bortolatto de Castro, 58 anos, morreu baleado durante uma tentativa de assalto na zona oeste de São Paulo. Um policial militar de folga que presenciou o crime teria intervindo; a esposa da vítima contesta a versão de tiroteio, dizendo que o disparo partiu do policial. Corregedorias devem conduzir a investigação, que envolve as tratar de resistência, morte por intervenção policial, homicídio culposo e tentativa de roubo.

O incidente aconteceu por volta das 15h deste sábado (28/3), na rua Sapetuba, no Butantã, região conhecida da zona oeste da capital. Segundo os relatos oficiais, o policial de folga agiu ao perceber o assalto, resultando em troca de tiros com os criminosos. A vítima, Celso Bortolatto de Castro, voltava de um passeio com a esposa quando foi atingida por tiros na nuca e nas costas, ficando sem vida no local. Um dos criminosos ficou gravemente ferido e foi levado para um hospital da região; o outro conseguiu fugir.

A SSP (Secretaria de Segurança Pública) informou que todas as ocorrências de mortes decorrentes de intervenção policial são rigorosamente investigadas pelas autoridades competentes, com a atuação da Polícia Militar sendo pautada pelo estrito cumprimento da lei, sempre que houver indícios de irregularidades por parte de seus integrantes. A investigação também envolve o Ministério Público e o Poder Judiciário, com a apuração conduzida pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

A versão apresentada pela esposa da vítima sustenta que não houve troca de tiros: conforme ela, o casal caiu da moto durante a abordagem e, ao tentar fugir, Celso permaneceu ao lado do veículo ao onde o criminoso tentava erguer a motocicleta. Ela afirma ter ouvido tiros por trás e alegou que o militar já havia disparado dois tiros, atingindo a cabeça e as costas do marido, em resposta ao que descreve como uma intervenção desnecessária.

No local, as equipes de segurança registraram a ocorrência sob os termos resistência, morte decorrente de intervenção policial, homicídio culposo e tentativa de roubo — categorias que já foram encaminhadas para a investigação do DHPP. O caso permanece em aberto, com a expectativa de novas informações que elucidem as circunstâncias do disparo e a conduta do policial envolvido.

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Seja qual for o desfecho das apurações, o caso reacende o debate sobre o uso da força em situações de risco e a necessidade de transparência nas investigações envolvendo agressões com intervenção policial. As autoridades destacam que a atuação policial é pautada pela legalidade, com o objetivo de proteger vidas e prevenir crimes, enquanto a sociedade espera esclarecimentos completos sobre o que ocorreu naquele fim de tarde no Butantã.

Você acompanha as investigações sobre esse episódio? Qual é a sua leitura sobre o equilíbrio entre ação policial e preservação de vidas em ocorrências de violência urbana? Compartilhe seus comentários e opiniões para enriquecer o debate, com respeito às informações oficiais e às diferentes perspectivas da cidade.

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