‘Até hoje não acredito’, diz mãe de meninos mortos pelo pai, secretário de Itumbiara

Escrito por: Diógenes Cunha

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Meta descrição: Em Itumbiara, Goiás, o secretário de governo Thiago Machado (referido ao cargo no texto como Thales Machado) assassinou dois filhos e cometeu suicídio, com a mãe recebendo apoio de mulheres de todo o Brasil; autoridades destacam a importância de buscar ajuda para saúde mental e violência familiar.

No dia 11 de fevereiro, Thales Machado, secretário de governo da prefeitura de Itumbiara, atirou contra Miguel, 12 anos, e Benício, 8, e, em seguida, tirou a própria vida. A Polícia Civil do Estado investiga o caso como dois homicídios consumados seguidos de autoextermínio, sem indícios de a participação de terceiros ter ocorrido.

A mãe, Sarah Araújo, afirmou à TV Anhanguera que é difícil acreditar naquilo que aconteceu e que é doloroso ver fotos e vídeos dos filhos sem que eles estejam vivos. Em meio à comoção, ela recebeu um buquê de rosas brancas entregue por um grupo de 300 mulheres de todo o Brasil, uma demonstração de solidariedade que a vem ajudando nesse momento difícil.

Antes do episódio, Machado havia publicado nas redes sociais mensagens de afeto aos filhos, aumentando o impacto da tragédia. As situações ocorreram em meio a uma investigação que reforça a versão de que não houve envolvimento de terceiros no crime.

Onde buscar ajuda Se você enfrenta sofrimento psíquico ou conhece alguém nessa situação, procure orientação e apoio. O CVV atende 24 horas pelo telefone 188, e pelo chat ou e-mail via o site. O Canal Pode Falar, criado pela UNICEF, oferece escuta para adolescentes e jovens de 13 a 24 anos pelo WhatsApp, de segunda a sexta, das 8h às 22h. Pelo SUS, os Centros de Atenção Psicossocial (Caps) oferecem atendimento para transtornos mentais, com unidades para crianças e adolescentes; em São Paulo, há 33 Caps Infantojuvenis. Além disso, o Mapa da Saúde Mental reúne unidades de atendimento psicológico presencial e online, com materiais informativos sobre transtornos mentais.

Este caso reacende a discussão sobre violência familiar e a importância de redes de apoio à saúde mental. Compartilhar recursos e buscar ajuda pode fazer a diferença para quem está passando por momentos difíceis.

Se você tem opinião ou experiência sobre violência familiar, apoio à saúde mental ou políticas públicas nessa área, deixe seu comentário abaixo e contribua com a conversa.

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