Marcinho Oliveira se defende em resposta a operação da PF que envolve contratos em Serrinha

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Resumo: o deputado estadual Marcinho Oliveira, do PRD, usou as redes sociais nesta quarta-feira para comentar a operação da Polícia Federal que investiga fraudes na locação de veículos durante a gestão do então prefeito de Serrinha, Adriano Lima, do PSD. Oliveira, que já atuou como vice-prefeito de Santaluz, afirmou ter ficado surpreso com o cumprimento de mandado de busca e apreensão e negou qualquer participação nos fatos investigados.

Segundo apuração preliminar, a ação mira contratos no município de Serrinha, na região sisaleira, envolvendo a locação de veículos e possíveis irregularidades associadas. A investigação aponta para a participação de agentes públicos na condução de tais contratos, com o objetivo de esclarecer responsabilidades no âmbito da gestão municipal à época dos fatos.

Em vídeo divulgado nas redes, Marcinho Oliveira afirmou que foi surpreendido pelo mandado de busca e apreensão relacionado a uma apuração sobre contratos no município de Serrinha. Ele ressaltou que nunca exerceu cargo público nem ocupou função de gestão no município, deixando claro que não teve participação na condução desses contratos.

“Venho a público esclarecer que fui surpreendido, nesta quarta-feira (1º), com o cumprimento de mandado de busca e apreensão relacionado a uma investigação sobre contratos no município de Serrinha. Reforço que nunca exerci cargo público nem tive função de gestão no município de Serrinha, não tendo qualquer participação na condução desses contratos”, afirmou o deputado em trecho do vídeo.

A investigação envolve, ainda, o ex-prefeito de Serrinha, Adriano Lima, hoje filiado ao PSD, apontado como outro alvo da operação. Lima, que já ocupou o cargo de gestor municipal, é parte dos elementos de apuração que apuram supostas fraudes na locação de veículos durante sua administração, conforme as informações disponíveis até o momento. A região sisaleira, onde Serrinha está situada, concentra as apurações e discussões em torno de contratos públicos sob escrutínio da PF.

As autoridades ainda não divulgaram detalhes adicionais sobre as etapas da operação nem sobre o andamento das investigações. Marcinho Oliveira permanece como uma figura pública ligada ao caso, ressaltando que não há confirmação de participação dele nos fatos investigados. A PF segue com diligências para esclarecer as responsabilidades envolvidas e trazer clareza aos contratos questionados. Convidamos você, leitor, a compartilhar sua opinião nos comentários sobre a transparência das gestões públicas e a atuação da Polícia Federal na apuração de irregularidades em contratos de locação de veículos. Sua leitura importa.

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