CN-MP designa promotor da Bahia como colaborador na Comissão da Infância, Juventude e Educação

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O presidente do CNMP editou, no último dia 30 de março de 2026, a Portaria nº 112, que nomeia Moacir Silva do Nascimento Júnior, promotor do Ministério Público da Bahia (MP-BA), para atuar como membro colaborador da instituição pelo período de um ano. A medida estabelece que o promotor integrará a Comissão da Infância, Juventude e Educação sem prejuízo de suas funções na origem e sem qualquer ônus financeiro para o CNMP.

A portaria tem vigência imediata a partir de sua publicação e a colaboração do promotor possui caráter técnico, com o objetivo de fortalecer as discussões e deliberações da comissão temática voltada às políticas públicas. Também visa o acompanhamento de questões relacionadas a crianças, adolescentes e à educação no âmbito do Ministério Público brasileiro.

A iniciativa é vista como um movimento estratégico para ampliar a cooperação entre diferentes esferas do Ministério Público. A Comissão da Infância, Juventude e Educação concentra-se na análise de propostas e na avaliação de ações que impactam diretamente a proteção de direitos de crianças e adolescentes, bem como na promoção de educação de qualidade em todo o país.

Ao trazer um promotor de outro estado para colaborar com a atuação institucional, o CNMP demonstra abertura para cooperação entre os estados e regiões do Ministério Público. A participação externa, mesmo que técnica, enriquece o debate sobre políticas públicas voltadas à infância, juventude e educação, contribuindo para aprimorar propostas e práticas de fiscalização.

A nomeação não altera as funções do promotor no MP-BA, nem impõe ônus financeiro ao CNMP. O vínculo é de um ano, com atuação exclusiva no âmbito técnico da comissão, mantendo o promovente em suas atividades habituais no MP baiano.

Iniciativas como essa reforçam o papel do CNMP na supervisão das políticas públicas tratadas pelos Ministérios Públicos estaduais e pela Justiça, com foco especial em crianças, adolescentes e educação. O diálogo entre instituições públicas é visto como caminho para aprimorar a proteção de direitos e ampliar o acesso à educação de qualidade.

Como você avalia a participação de promotores de diferentes estados em comissões temáticas? Compartilhe sua opinião nos comentários e ajude a enriquecer o debate sobre políticas públicas voltadas à infância, juventude e educação no Brasil.

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