Resumo do dia: o senador Angelo Coronel deixou o PSD e a base governista para integrar a chapa de oposição ao lado de ACM Neto, pelo Republicanos. Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, ele discutiu a possibilidade de assumir a presidência estadual da sigla, hoje ocupada pelo deputado Mário Marinho, e ressaltou que, apesar de ter chegado recentemente, a política na Bahia é dinâmica e mudanças dentro do partido não são descartadas.
Coronel chegou ao Republicanos após abandonar o PSD e a base governista para compor a chapa majoritária de oposição ao lado de ACM Neto, da União. A mudança de sigla, anunciada como estratégica no mapa político baiano, coloca o senador em posição de influência dentro de uma legenda que busca consolidar apoio no estado. Em entrevista concedida pela manhã desta segunda-feira (6) ao programa Bahia Notícias no Ar, da Rádio Antena 1 Salvador, ele tratou da possibilidade de assumir a presidência estadual da sigla, cargo hoje exercido pelo deputado Mário Marinho.
O parlamentar deixou claro que o tema da presidência da Bahia é relevante, mas destacou que o comando nacional é quem dita as diretrizes da sigla. “O presidente nacional é quem comanda o partido, mas aqui na Bahia o presidente atual é o deputado Mário Marinho; eu não vejo nada que desabone ou que venha a substituí-lo”, afirmou Coronel, acrescentando que a chegada dele ao partido é recente, o que não impede avaliações futuras sobre a liderança local.
Apesar de valorizar a atual gestão, Coronel reconheceu que a política é dinâmica. “Mas a política é dinâmica, eu acho que todos os quadros que estão no partido têm condições de presidir o partido. O partido está bem representado na presidência com o deputado Mário Marinho, não vejo nenhum motivo para tirar, principalmente porque nós chegamos agora”, disse. Ele ainda reforçou a ideia de que novos movimentos podem ocorrer ao longo do tempo, sem descartar possibilidades de mudança no comando conforme a conjuntura.
Ao explicar o cenário para Bahia, Coronel apontou que sua atuação visa ampliar a voz do Republicanos na região, sem negar que a liderança local possa passar por ajustes conforme o ritmo da política. Ao destacar a importância de lideranças prontas para assumir responsabilidades, ele sinalizou que cada passo dentro da sigla pode influenciar a forma como o partido atua no estado, especialmente em momentos de concurso entre oposição e base governista.
E você, leitor, como percebe as mudanças em curso no Republicanos na Bahia? Quais impactos você espera para a organização partidária e a formação de alianças futuras? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da discussão sobre o cenário político baiano.

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