Jacuipense define Arena Cajueiro como novo mando de campo durante manutenção do Estádio de Pituaçu

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Resumo: O Jacuipense definiu Arena Cajueiro, em Feira de Santana, como novo mando de campo diante das obras no Estádio Pituaçú, que devem começar nesta segunda-feira (6). A estreia na Série D do Campeonato Brasileiro está prevista para enfrentar o CSA, neste sábado (11), às 16h. Antes disso, o Leão do Sisal encara o Ferroviário pela Copa do Nordeste, fora de casa, na terça-feira (7). Enquanto isso, o Valfredão, estádio de origem do clube em Riachão do Jacuípe, permanece em reforma sem prazo de conclusão. Além disso, a diretoria fechou negócio que abriu uma receita de R$ 1,5 milhão ao vender o mando de campo contra o Palmeiras para Londrina, em destaque na agenda da temporada.

A Arena Cajueiro pertence ao Bahia de Feira, clube rebaixado no Baianão desta temporada, e atualmente fica sob a gestão do Feira Futebol Clube até 2027. A escolha pela nova casa temporária reflete a necessidade de continuidade das partidas oficiais enquanto as obras no estádio original ainda não chegam ao fim. O Jacuipense, portanto, mantém o foco na temporada, mesmo com a mudança de cenário para receber seus rivais neste começo de ano.

A estreia oficial do Jacuipense na Arena Cajueiro, marcada para a Série D, coloca frente a frente o Leão do Sisal e o CSA. O jogo ocorre neste sábado (11), às 16h, já com a responsabilidade de apresentar a equipe em chão novo. Entre os compromissos, o time também terá a missão de manter a preparação para o confronto da Copa do Nordeste, diante do Ferroviário, no Estádio Elzir Cabral, na terça-feira (7).

Em relação ao duelo pela Copa do Brasil contra o Palmeiras, o Jacuipense optou por transferir o mando de campo para Londrina, no Paraná. A partida será disputada no Estádio do Café, e a diretoria confirmou a arrecadação de R$ 1,5 milhão pela negociação, abrindo mão da renda de bilheteria na casa baiana. Em contrapartida, o clube não terá custos com a logística da viagem, o que equilibra a logística da equipe para a fase eliminatória.

A mudança de cenário para a temporada envolve desafios para a torcida e para a logística da equipe, mas também oferece uma nova dinâmica para o torcedor da cidade, que poderá acompanhar as partidas em uma praça diferente e com formato de competição ainda a ser confirmado pela federação. O calendário prevê início do Baiano em 2026 com esse desfecho imposto pelas obras no estádio principal, mantendo a esperança de que as intervenções no Valfredão avancem rumo à conclusão.

E você, torcedor da cidade, o que acha dessa mudança de mando? Deixe sua opinião nos comentários e conte como imagina acompanhar as partidas da temporada com o Jacuipense atuando em arenas alternadas. Sua participação ajuda a entender o impacto real dessa estratégia na vida do clube e da comunidade local.

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