Buscando por vereadores do interior, Coronel estuda indicação de Edylene Ferreira para a suplência

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Resumo curto: o senador Angelo Coronel (PSD) avalia nomes fortes do interior baiano para indicar à sua suplência na busca pela reeleição. Entre os nomes em pauta está Edylene Ferreira, vereadora de Serrinha e presidente da União dos Vereadores da Bahia (UVB), com respaldo regional e na entidade. Ao mesmo tempo, há movimentação envolvendo o Podemos e o líder ACM Neto, que já sinalizou a intenção de colocar Marcelo Guimarães Filho como primeira suplente, em acordo com a base. Coronel reforça a ideia de uma chapa com representatividade municipalista, mantendo cautela sobre quem ocupará o posto. A análise segue em curso, com negociações entre as legendas e a necessidade de escolher uma opção feminina, municipalista e com apoio local.

Edylene Ferreira, hoje no quarto mandato como vereadora de Serrinha, figura como uma das possibilidades mais fortes para compor a suplência de Coronel. Segundo informações da Bahia Notícias, a presidente da UVB é visto como candidata viável por seu peso político na região sisaleira e pela influência dentro da entidade que representa os vereadores do estado. A ideia é ter uma representação municipalista na chapa, algo que Coronel já mencionou como prioridade, visando consolidar apoio das bases locais durante a campanha. Edylene chegou a circular entre as opções da oposição em momentos anteriores, inclusive em eventos de anúncio de chapa, como ocorreu em Feira de Santana no dia 30 de março.

A dinâmica envolvendo ACM Neto adiciona um elemento de complexidade ao quadro. Neto anunciou publicamente que Marcelo Guimarães Filho, ex-deputado federal, assumirá a primeira suplência de Coronel, após uma articulação com o Podemos. Embora o acordo tenha sido apresentado como parte de uma composição majoritária com o Partido, Coronel adotou tom cauteloso, afirmando que ainda precisa analisar quem ocupará a suplência. Ele lembrou que o Podemos busca indicar o nome, mas que a decisão final depende de avaliação cuidadosa por parte da liderança. A tensão entre as respectivas tropas mostra que o cenário baiano permanece em aberto, com negociações em curso.

Em entrevista à Bahia Notícias, Coronel explicou que Marcelo Guimarães Filho, que hoje preside o Podemos no estado, integra uma linha de apoio a Neto. O senador ressaltou que existem duas suplências em jogo e que a defesa de um municipalismo sólido continua no centro da sua estratégia. Ele enfatizou a necessidade de reforçar a presença de representantes municipais na chapa, para defender os interesses locais diante de um mandato no Senado. A afirmação também evidencia que, apesar das articulações com o Podemos, Coronel não anunciou ainda quem será seu primeiro ou segundo suplente definitivo, mantendo o processo de escolha em aberto.

A leitura sobre as articulações aponta para uma coalizão entre PSD, Podemos e a base de Neto, com decisões ainda sujeitas a ajustes. Enquanto Neto sinaliza um caminho claro para o nome de Guimarães Filho ocupar a primeira suplência, Coronel avança com avaliação de outros nomes, privilegiando perfis com forte vínculo com municípios e com a UVB. O resultado dessas conversas pode redefinir a composição da chapa e influenciar a dinâmica eleitoral de outubro, especialmente no que diz respeito à representatividade regional e à defesa de interesses locais no Senado.

A política interna da Bahia segue em movimento, com mensagens cruzadas entre liderança estadual e regional, sempre centradas na defesa do municipalismo e na busca por apoio sólido nas bases. A expectativa é que novas conversas avancem nos próximos dias, definindo quem integrará a chapa de Coronel e qual será o papel de cada bloco aliado no cenário da majoritária. O leitor pode acompanhar o desdobramento, avaliando como essas futuras definições impactarão a política local e o equilíbrio entre as forças da região.

Gostou da leitura? Deixe sua opinião nos comentários sobre qual perfil você acredita que melhor representa a sua cidade na suplência de um senador e por que esse arranjo pode fortalecer a representatividade municipal na Bahia. Sua visão ajuda a entender o clima político que envolve as escolhas para 2025 e além.

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