Resumo: o Atlético-MG divulgou uma nota de luto pela morte da jornalista Alice Ribeiro, 35 anos, que sofreu ferimentos em um grave acidente na BR-381, em Sabará, Região Metropolitana de Belo Horizonte. A profissional integrava a equipe da Band Minas e estava em um veículo de reportagem ao lado do cinegrafista Rodrigo Lapa, 49 anos, que também faleceu. A homenagem do clube expressa solidariedade à família, aos colegas de profissão e ressalta a importância do jornalismo mineiro diante da tragédia.

Natural de Belo Horizonte, Alice Ribeiro era reconhecida pela atuação na Band Minas e, segundo pessoas próximas, era também torcedora do Cruzeiro. Esse detalhe ganhou destaque na cobertura jornalística sobre a perda, lembrando que a rivalidade esportiva fica em segundo plano diante da dor de familiares, colegas de trabalho e da imprensa mineira. A homenagem do Atlético-MG, além de manifestar pesar, ressaltou o respeito mútuo que deve reger a convivência entre clubes e profissionais da comunicação.
Conforme informações oficiais, Alice Ribeiro e o cinegrafista Rodrigo Lapa, de 49 anos, estavam em um veículo de reportagem da Band Minas quando foram atingidos por um caminhão na tarde de quarta-feira, 15 de abril. Alice não resistiu aos ferimentos e faleceu nesta quinta-feira, 16 de abril, em Belo Horizonte. O acidente ocorreu no trecho da BR-381, na região de Sabará, levando luto à imprensa da capital e à região.
Em nota publicada nas redes sociais, o Atlético-MG expressou solidariedade aos familiares, aos colegas de profissão e à Band Minas. O clube reforçou a necessidade de respeito e empatia diante de situações tão dolorosas, destacando o papel dos repórteres, cinegrafistas e equipes técnicas que seguem trabalhando para levar informações com responsabilidade e ética aos torcedores e à população.
As homenagens vão além de uma mensagem institucional. A imprensa mineira e a comunidade esportiva lembraram a dedicação de Alice Ribeiro e a parceria com a Band Minas. Em postagens já públicas, colegas destacaram a atuação da jornalista, citando a qualidade de seu trabalho, a simplicidade no relacionamento com as fontes e o compromisso com a apuração. Alice, que já havia compartilhado registros usando a camisa do Cruzeiro, aparece entre os recuerdos de uma carreira marcada pela proximidade com a cidade e com o público.
O caso reacende o debate sobre a segurança de equipes de reportagem em vias públicas e rodovias, especialmente em trechos de tráfego intenso. A região de Belo Horizonte lamenta a perda de dois profissionais que atuavam com profissionalismo e responsabilidade, deixando um legado para as futuras gerações de jornalistas. A imprensa mineira reforça a importância de protocolos de segurança, apoio a famílias em luto e respeito à memória de quem dedica a vida à informação pública.
Diante dessa tragédia, a pergunta que fica é sobre como fortalecer a proteção de equipes de reportagem em campo, sem perder a qualidade de coberturas imprescindíveis para a sociedade. A cidade de Belo Horizonte e a região concentram atenções na memória de Alice Ribeiro e na contribuição de Rodrigo Lapa, ao mesmo tempo em que buscam aprender com o ocorrido para evitar novos acidentes. A imprensa continua mobilizada para manter o público informado com clareza, ética e sensibilidade diante de situações tão sensíveis.
E você, leitor, que mensagens gostaria de enviar aos familiares e aos colegas de Alice Ribeiro e Rodrigo Lapa? Compartilhe seus comentários, lembranças ou opiniões sobre a forma como a imprensa deve atuar com segurança e respeito em situações de crise. Sua participação ajuda a manter o debate aberto e a valorizar o trabalho de quem leva informações importantes para a nossa cidade e região.

