Brasil conquista prata na Copa do Mundo de ginástica rítmica em Baku

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A seleção brasileira de ginástica rítmica levou a prata na prova das cinco bolas da Copa do Mundo disputada em Baku, Azerbaijão, somando 26.350 pontos. O ouro ficou com Israel, com 26.650, e o bronze ficou com o Uzbequistão, com 25.450. As atletas, conhecidas como “leoas”, apresentaram uma nova coreografia para o ciclo olímpico ao som de Feeling Good, Nina Simone, demonstrando evolução desde a etapa de Tashkent, em que terminaram na oitava posição.

Sob a supervisão da técnica Camila Ferezin e da coreógrafa Bruna Martins, o Brasil também disputou a final mista na prova de três arcos e dois pares de maças, ampliando a presença do conjunto na competição. Na apresentação, Nicole Pircio substituiu Mariana Gonçalves, participando do elenco que executou ao som de Abracadabra, de Lady Gaga.

As leoas, vice-campeãs mundiais em 2025, mostraram evolução em relação à etapa de Tashkent, onde terminaram na oitava posição. Em Baku, o quinteto formado por Duda Arakaki, Maria Paula Caminha, Mariana Gonçalves, Julia Kurunczi e Sofia Pereira manteve o ritmo e a coordenação necessárias, alcançando 26.350 pontos na prova das cinco bolas e consolidando a prata entre as seleções internacionais.

Na final mista, o conjunto manteve o alto nível técnico, porém um erro na parte final da série tirou o grupo do pódio. A apresentação foi acompanhada pela trilha sonora Abracadabra, de Lady Gaga, com a participação de Nicole Pircio substituindo Mariana Gonçalves, o que evidenciou a profundidade do elenco brasileiro para disputar diferentes formatos de competição.

Nas disputas individuais, Maria Eduarda Alexandre ficou em sétimo lugar tanto na prova da bola quanto na da fita, repetindo uma performance sólida no cenário mundial e fortalecendo a presença brasileira nas provas que acompanham a disputa por equipes.

O resultado reacende o otimismo no cenário da ginástica rítmica brasileira, destacando a força da renovada geração de atletas, a precisão do corpo técnico e o impacto de uma coreografia bem integrada ao objetivo de longo prazo do ciclo olímpico.

A participação em Baku reforça o papel da ginástica rítmica na agenda esportiva do Brasil, sinalizando crescimento da modalidade e abrindo espaço para o desenvolvimento de jovens talentos que podem evoluir nos próximos anos, com o suporte de treinadores, clubes e comissões técnicas.

Como você avalia o desempenho brasileiro em Baku? Deixe seu comentário e compartilhe quais aspectos da coreografia, da execução técnica ou da entrega artística mais chamaram sua atenção.

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