Governadora do DF critica má vontade da gestão Lula e diz ter impressão de que querem que o “BRB quebre”

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Resumo: Em entrevista à CNN, a governadora do Distrito Federal, Celina Leão, afirma que o governo federal não demonstra boa vontade para apoiar o BRB e pode estar inclinando-se pela sua quebra. Ela aponta que, apesar de negociações com bancos privados, apenas Caixa Econômica e Banco do Brasil não participam dessas tratativas, enquanto o BRB enfrenta acusações ligadas ao Banco Master. Celina lembra que o BRB está envolvido em operações ilegais e ressalta que o destino da instituição depende de decisões federais, não apenas locais.

Celina sustenta que o Palácio do Planalto parece desejar a liquidação do BRB. Ela afirma que a vontade do governo federal seria ver o banco quebrar, independentemente de responsabilidades. No início do mês, a governadora se reuniu com o ministro da Fazenda, Dário Durigan, para buscar soluções para a situação financeira da instituição. No entanto, não houve sinalização de medidas concretas que estabilizassem o BRB ou protegessem os empregos.

A governadora afirmou ainda que uma eventual ajuda federal não seria um favor, e que não houve negociação para mudanças no fundo constitucional do DF como contrapartida, caso haja socorro. Celina deixou claro que não aceitará rever conceitos que comprometam a autonomia financeira da cidade. O diálogo com a União, segundo ela, precisa manter o equilíbrio entre responsabilidade institucional e proteção social.

Celina citou a resistência do PT em retirar o fundo por duas ocasiões, mantendo firme a defesa da estabilidade financeira do DF. Ela enfatizou que a postura deve priorizar trabalhadores e a preservação de empregos, especialmente dos cerca de seis mil servidores cotistas do BRB que dependem do banco. O risco de um colapso do BRB seria uma inflação de incerteza para o mercado financeiro local e para a vida de muitos moradores.

A governadora afirma que a responsabilidade é institucional e que a solução exige manter a credibilidade do sistema financeiro sem transferir custos desnecessários para a população. A defesa é pela continuidade do BRB, com foco na estabilidade econômica da cidade e na proteção de serviços essenciais. Que as decisões levem em conta impactos sociais, econômicos e a reputação de autoridades diante do desafio.

Este é um momento de reflexão sobre prioridades públicas, equilíbrio fiscal e proteção de empregos. Como você avalia o papel do BRB e as medidas que devem ser tomadas para evitar a falência? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe do debate sobre os rumos da instituição e da economia da cidade.

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