Em assembleia geral, BRB votará aumento de capital. Veja detalhes

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Resumo: Nesta quarta-feira, 22 de abril, o Banco de Brasília (BRB) realiza uma assembleia geral 100% online para votar um aumento de capital e alterações no estatuto, com o objetivo de fortalecer a base de capital após mudanças no perímetro prudencial e para cobrir prejuízos de operações com o Banco Master. A proposta prevê ampliar o limite de ações de 720 milhões para 2,5 bilhões, com subscrição entre R$ 536 milhões e R$ 8,8 bilhões, mantendo o direito de preferência para os acionistas. A pauta também inclui a nomeação de Nelson Antônio de Souza e de Joaquim Lima de Oliveira para cargos de presidência e Conselho de Administração. Além disso, o BRB anunciou acordo com a Quadra Capital para estruturar um fundo que gerenciará ativos da operação com o Banco Master.

A proposta, conforme comunicados oficiais, visa regramar o capital social por meio de uma mudança estatutária que permita o aumento até 2,5 bilhões de ações e estabelece o intervalo de subscrição entre R$ 536 milhões e R$ 8,8 bilhões, com o objetivo de reforçar a base de capital diante da ampliação do perímetro prudencial e do aumento dos ativos ponderados pelo risco (RWA).

Na prática, a pauta não se restringe ao capital. Também está pautada a homologação dos nomes de Nelson Antônio de Souza para a presidência do BRB e de Joaquim Lima de Oliveira para os cargos de Conselheiros de Administração, posições estratégicas para a condução da instituição.

“O aumento de capital será realizado por meio de subscrição privada de ações, respeitando-se o direito de preferência para a subscrição das ações objeto do aumento de capital pelos acionistas do BRB ou seus respectivos cessionários, motivo pelo qual sofrerão diluição de sua participação acionária no capital social total do BRB apenas os acionistas que deixarem de exercer seu respectivo Direito de Preferência de forma integral”, explicou o banco.

BRB assina acordo

Na segunda-feira (20/4), o BRB anunciou a assinatura de um acordo com a Quadra Capital para estruturar um fundo de investimento que gerenciará a venda dos ativos adquiridos na operação com o Banco Master. O negócio tem valor de referência de R$ 15 bilhões; uma parcela de R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões será paga à vista, e a outra parcela, de até R$ 12 bilhões, será quitada por meio de cotas subordinadas do fundo criado para a gestão e monetização dos ativos, conforme o diagnóstico do BRB.

Segundo o BRB informou, o negócio tem valor de referência de R$ 15 bilhões. Uma parcela de R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões será paga à vista. A outra parcela de até R$ 12 bilhões será quitada por meio de cotas subordinadas do fundo criado para gestão e monetização dos ativos.

Em nota divulgada na terça-feira (21/4), a governadora Celina Leão (PP) afirmou que o momento “exige responsabilidade e é exatamente isso que está sendo entregue, com trabalho contínuo, diálogo institucional e foco em resultados que assegurem um BRB cada vez mais sólido, eficiente e preparado para o futuro”.

Quanto à assembleia, a governadora disse que trata-se de tema próprio da governança do BRB, que será conduzido pelo presidente Nelson Antônio de Souza no âmbito de suas atribuições.

Este é um tema de impacto para a cidade e para o mercado local, envolvendo decisões de governança, capital e gestão de ativos. Acompanhe para entender como tais movimentos podem influenciar a solidez do BRB e as oportunidades para moradores e investidores da região. Compartilhe suas opiniões nos comentários sobre o desfecho da assembleia e o efeito nos próximos meses.

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