A pastora Yvette Flunder, líder da Igreja Unida de Cristo na Cidade de Refúgio, gerou repercussão ao afirmar que o Novo Testamento não é a Palavra de Deus. Em palestra, ela sustentou que passagens bíblicas são inadequadas para os dias atuais e deveriam ser retiradas, o que provocou debates sobre a leitura contemporânea das Escrituras.
Flunder se identifica como homossexual, feminista e defensora de teologias negra, da libertação e inclusiva. Essa configuração de identidade e fé a coloca entre as vozes mais marcantes do movimento de teologia liberal, que busca ampliar as leituras tradicionais da Bíblia, incorporar perspectivas históricas marginalizadas e promover uma prática religiosa mais aberta a diferentes expressões de amor e cidadania.
A declaração foi proferida durante uma palestra, diante de moradores e colegas de fé, e já gerou repercussão entre fiéis, teólogos e observadores do debate religioso. Segundo a fala, certas passagens do Novo Testamento não refletem o mundo atual e, por isso, deveriam ser retiradas do acervo litúrgico ou interpretadas de forma diferente. Em seguida, o público foi convidado a conferir a íntegra da fala por meio de um link indicado na ocasião. (Leia a íntegra clicando aqui)
Como líder da Igreja Unida de Cristo na Cidade de Refúgio, Flunder ocupa posição de destaque em uma corrente que defende libertação, inclusão e uma leitura mais crítica da escritura sagrada. O movimento de teologia liberal, do qual ela faz parte, enfatiza que a fé deve dialogar com as experiências de pessoas negras, LGBT e outras comunidades historicamente marginalizadas, sem abandonar o compromisso com a ética e a justiça.
A repercussão deste posicionamento ainda está em desenvolvimento. Discussions tiveram eco entre comunidades religiosas e observadores, reacendendo o debate sobre como as tradições religiosas podem dialogar com mudanças sociais, sem perder o patrimônio de fé. A situação reforça o embate entre leitura literal e interpretação contextualizada das escrituras no cenário urbano, especialmente entre quem defende uma prática religiosa mais inclusiva.
Convidamos o leitor a partilhar a opinião sobre esse tema sensível: qual é o equilíbrio adequado entre a herança bíblica e as demandas da inclusão na prática religiosa? Deixe seu comentário abaixo para enriquecer o debate com suas perspectivas e perguntas.

