Resumo para SEO: Um banner pedindo a volta de Nicolás Maduro foi exibido no 8º Congresso Brasil Justo, em Brasília, evento promovido pelo Partido dos Trabalhadores (PT). A ação ocorreu em meio a discussões sobre a situação venezuelana e a recente captura do presidente da Venezuela pelas forças armadas dos Estados Unidos, em 3 de janeiro de 2026. A presença de Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores, em Nova York para enfrentar julgamento por tráfico de drogas também ganha destaque, moldando o tom de solidariedade entre militantes. O encontro serviu para debater a relação do Brasil com a América Latina e o peso das decisões internacionais no cenário nacional.
Durante o evento, um banner com a frase Los queremos de vuelta foi exibido, em apoio a Maduro e à sua esposa, Cilia Flores. A peça foi apresentada durante um ato de solidariedade com o líder venezuelano, recordando o tom confrontador de algumas correntes da esquerda brasileira quanto às pressões externas. O banner chamou atenção do público presente e reforçou o clima de debate sobre a política externa brasileira, especialmente em relação às relações com a Venezuela, com Brasília como cenário de discussões estratégicas entre governos e movimentos sociais.
No pano de fundo, a captura de Maduro pela força militar dos EUA em Nova York, anunciada para 3 de janeiro de 2026, é citada pela organização como o marco de uma ação internacional sem precedentes. Maduro e Cilia Flores aguardam julgamento, e o episódio é usado no Congresso para discutir soberania, intervenção externa e a necessidade de soluções pacíficas para conflitos regionais. O PT relaciona o episódio a uma crise que transcende as fronteiras nacionais, influenciando debates sobre segurança e diplomacia regional.
Em nota divulgada pelo PT, a legenda condena a agressão militar e classifica a operação como sequestro de Maduro e da primeira-dama. O partido afirmou que Caracas foi alvo de bombardeio e que a ação dos EUA representa a mais grave agressão internacional na América Latina no século XXI. O texto ainda ressalta a defesa de que a América Latina permaneça uma zona de paz, com a solução pacífica de controvérsias e respeito à soberania. O presidente Lula não participou do ato, mas enviou um vídeo exibido durante a programação.
Posteriormente, em 20 de fevereiro, Lula defendeu que Maduro seja julgado na Venezuela, mantendo o enfoque na via institucional e no diálogo regional. O ditador venezuelano, já presente no tribunal em Nova York para outras acusações de tráfico, permanece no centro do debate entre Brasil, Venezuela e Estados Unidos, com a imprensa destacando o papel do Brasil na busca de soluções pacíficas para a crise.
Moradores e leitores são convidados a deixar suas opiniões nos comentários: como você avalia a posição do Brasil diante da crise venezuelana, e qual deve ser o papel do país no equilíbrio entre soberania, diplomacia e cooperação regional? Participe com respeito e use fatos para sustentar suas ideias.

