Prefeito cassado por irregularidades em estátua de Cristo se manifesta

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Resumo: o ex-prefeito Levi Ribeiro, de São José do Rio Claro, em Mato Grosso, foi cassado pela Câmara Municipal por 8 votos a 1, devido a supostas irregularidades associadas à obra da estátua de Jesus Cristo. Com a decisão, tomou posse o vice-prefeito, Tarcísio Anor Garbin, para cumprir o mandato. Ribeiro afirmou que vai recorrer à Justiça e garantiu que provará sua inocência.

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1 de 1 Imagem colorida – Foto: Reprodução/Redes sociais

Ribeiro reagiu publicamente neste domingo, 26 de abril, dizendo que vai recorrer da decisão e que a tramitação será acompanhada pela Justiça. Em vídeo publicado no Instagram, ele afirmou: “Eu venho aqui falar para a nossa população que as coisas vão correr no trâmite normal, na Justiça, e é isso que nós temos que fazer: provar a minha inocência, que eu não devo nada.” Em meio à medida, ele disse estar com o “coração tranquilo” porque sabe o que fez e pretende avançar em ações futuras.

Logo após a cassação, a Câmara Municipal empossou o vice, Garbin, que assume o cargo no lugar de Ribeiro. A gestão cassada também destacou que não há irregularidades na atuação do ex-prefeito, que reiterou sua confiança no trâmite institucional para esclarecer as denúncias. De acordo com a comissão processante, três das seis denúncias apresentadas contra Ribeiro foram acolhidas.

As acusações envolvem uma série de questões administrativas, como suposta perseguição a servidores, o uso de madeira inadequada na construção de moradias populares e o pagamento de um aditivo de cerca de R$ 42 mil para a instalação de tapumes na obra da estátua de Jesus Cristo na cidade. Em meio aos relatos, a esposa dele, Raissuellen Ribeiro, aparece em vídeo segurando uma Bíblia e lendo um versículo após o resultado da votação, declarando passagens sobre como Deus guia as coisas, o que gerou reações na população local.

As informações indicam que o foco das acusações ficou em três pontos, conforme a Comissão Processante, e que o processo segue trilhando o caminho formal para dirimir as dúvidas levantadas. Em meio ao desfecho, moradores continuam atentos ao desenrolar dos próximos capítulos jurídicos e administrativos, enquanto a cidade convive com as repercussões políticas desse desfecho.

Como você avalia essa decisão? O que acha que deve ocorrer a seguir na condução dos trabalhos na cidade? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da conversa com seus pontos de vista sobre o tema.

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