Autoridades dos EUA dizem que Trump e membros do governo eram os alvos do ataque

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Autoridades dos EUA indicam que o presidente Donald Trump foi o provável alvo de um ataque a tiros durante o Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, realizado no Washington Hilton na noite de sábado. O suspeito, Cole Tomas Allen, 31 anos, foi detido após troca de tiros com agentes do Serviço Secreto; um agente federal ficou ferido, e não houve ferimentos graves entre os presentes. A cidade de Washington respirou após a contenção do episódio, que envolveu figuras públicas, jornalistas e membros da segurança federal.

Segundo o procurador interino Todd Blanch, tudo aponta para a orientação explícita de mirar o presidente e integrantes da administração. A Casa Branca informou via porta-voz Karoline Leavitt que as autoridades consideram Trump o alvo provável. Trump, que desde janeiro de 2025 ocupa o cargo de presidente dos Estados Unidos, participava do evento acompanhado de outros membros do governo quando o incidente aconteceu. Allen, morador da Califórnia e hospedado no Washington Hilton, portava armas de fogo, facas e itens potencialmente perigosos durante a ocorrência.

A promotoria federal deixou claro que o suspeito será formalmente acusado na segunda-feira (27) de usar uma arma de fogo durante um crime violento e de agredir um agente federal com uma arma perigosa. A polícia local confirmou que Allen trocou tiros com agentes do Serviço Secreto, mas não ficou ferido e foi levado para atendimento médico no hospital. Ele deverá comparescer perante um juiz do tribunal distrital dos Estados Unidos nas próximas horas para enfrentar as acusações formais.

Relatórios indicam que Allen admitiu, conforme apurado pela CBS News, ter dito às autoridades que tinha como alvo o próprio Trump. Em resposta, Trump concedeu entrevista à Fox News, afirmando que Allen escreveu um manifesto anticristão e descrevendo o agressor como “doente” e “um lobo solitário”. A narrativa oficial também ressalta que o Serviço Secreto agiu rapidamente para isolar o público e proteger participantes e jornalistas, evitando novas detenções ou ferimentos graves.

Cole Tomas Allen, natural da Califórnia e residente de Torrance, estudou no California Institute of Technology e, segundo informações locais, atuava como tutor. A polícia confirmou a presença de armas e facas no momento da abordagem. O caso, que envolve as acusações de uso de arma de fogo em crime violento e de agressão a um agente federal, está sob investigação da promotoria federal, com a expectativa de novas informações à medida que os investigadores avançam com o processo legal.

Este episódio reacende o debate sobre a segurança de eventos públicos de grande visibilidade, sobretudo quando contam com a presença de autoridades de alto escalão e de profissionais da imprensa. Enquanto as autoridades avaliam o que levou Allen a agir, a cidade de Washington observa com cautela as repercussões para a segurança de próximos encontros desse porte. E você, qual é a sua visão sobre as medidas de proteção em eventos com figuras públicas? Compartilhe seus pensamentos nos comentários e participe da discussão.

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