Messias entra em jejum e oração às vésperas da sabatina no Senado

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Resumo: o ministro Jorge Messias, atual advogado-geral da União, foi indicado por Lula para uma vaga no STF. A sabatina no Senado está marcada para quarta-feira (29/4), às 9h, na CCJ, e ele precisará de pelo menos 41 votos no plenário para seguir adiante. Aliados relatam que Messias iniciou um jejum espiritual, com foco em orações e horários de refeição mais restritos.

A nomeação de Messias, anunciada pelo presidente, coloca em foco a expectativa de uma nomeação que combine trajetória técnica com uma leitura mais discreta do momento político. Segundo interlocutores, o indicado tem buscado manter a própria vida profissional e religiosa em equilíbrio, evitando movimentos políticos agressivos na reta final do processo.

Antes da sabatina, o calendário de conversas com senadores e dirigentes de partidos já foi iniciado. A expectativa é de que, se aprovada pela CCJ, a indicação avance para o plenário no mesmo dia, requerendo votos de ao menos 41 parlamentares para a confirmação no STF.

Messias não planeja atitudes bruscas. Amigos próximos afirmam que ele adotará uma postura de discrição na fase final, priorizando a análise técnica de sua carreira e das propostas para o STF, em vez de disputas políticas abertas. O objetivo é ganhar a confiança de parlamentares de diferentes alas.

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Com a sabatina se aproximando, o Brasil acompanha de perto os próximos passos da Comissão de Constituição e Justiça do Senado. A pauta reserva um momento decisivo: a avaliação técnica, jurídica e, principalmente, os votos necessários para confirmar Messias no STF. A notícia reforça que a expectativa é de que o plenário analise a indicação no mesmo dia da sabatina, com o desafio de alcançar o apoio de 41 senadores.

Enquanto isso, o governo reforça a importância de manter diálogo com as diferentes correntes do Congresso, buscando alinhamento sem abrir espaço para táticas de embate que possam comprometer a aprovação. O caso de Messias, visto como uma aposta técnica, também provoca leitura sobre o papel do Executivo na formação do Supremo, sempre com a prudência que o momento exige.

E você, acompanha a escolha para o STF? Quais aspectos da carreira de Messias devem ser mais valorizados neste momento — a experiência jurídica, a atuação como advogado-geral da União ou a visão para o Judiciário? Deixe sua opinião nos comentários e contribua com a discussão sobre o futuro do tribunal mais alto do país.

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