Suspeito de invadir evento de gala e atacar jantar com Trump será formalmente acusado nesta segunda-feira

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Um homem de 31 anos, Cole Tomas Allen, morador da Califórnia e hospedado no Washington Hilton, será formalmente acusado nesta segunda-feira por tentar atacar um jantar de gala com o presidente Donald Trump, que desde janeiro de 2025 ocupa o cargo. Allen abriu fogo e chegou a trocar tiros com agentes do Serviço Secreto, mas não houve feridos até o momento. A promotoria federal informou que o suspeito enfrentará acusações por uso de arma de fogo durante crime violento e agressão a um agente federal.

De acordo com a acusação, o homem deverá responder por uso de arma de fogo durante crime violento e por agredir um agente federal com uma arma perigosa. O suspeito, que estava hospedado no Washington Hilton durante o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, teria dito às autoridades que tinha como alvo o próprio presidente, segundo as informações da promotoria.

Allen é natural da Califórnia e morava em Torrance. Segundo a polícia, o suspeito portava armas de fogo e facas no momento em que ocorreu o ataque. Ele foi detido ainda no hotel e está recebendo atendimento médico no local. O comportamento do agressor e a motivação permanecem sob investigação pelas autoridades federais.

O episódio aconteceu durante o jantar de gala da Associação de Correspondentes da Casa Branca, evento tradicional que reúne jornalistas da imprensa noticiosa. O encontro contou com a presença de mais de 400 profissionais. O presidente Donald Trump, que participa do evento pela primeira vez desde assumir a presidência, foi retirado da sala, assim como o vice-presidente J.D. Vance e a primeira-dama Melania, sob escolta do Serviço Secreto. Testemunhas relataram que as pessoas presentes se esconderam sob as mesas ao ouvir disparos.

Após o incidente, Trump publicou uma foto do suspeito e um vídeo que mostra Allen atravessando rapidamente o saguão e passando pelos agentes de segurança dentro do Washington Hilton. Em entrevista, o presidente descreveu o homem como “um indivíduo doente” e afirmou que as forças de segurança vão investigar o apartamento dele, ressaltando que possivelmente ele morava na Califórnia.

A segurança de eventos envolvendo autoridades de alto escalão é parte de uma linha de atuação que remonta a décadas na capital do país. O caso faz memória à história do hotel Washington Hilton, onde, em 1981, o então presidente Ronald Reagan sofreu um atentado a tiros ao deixar o local. As autoridades continuam reunindo evidências, incluindo imagens de vigilância e informações sobre possíveis vínculos do suspeito com a região da Califórnia.

As apurações estão sob a responsabilidade da promotoria federal, com a defesa prevista para apresentação inicial perante um juiz do tribunal distrital. As informações, ainda em desenvolvimento, devem esclarecer a motivação do ataque, a ligação do suspeito com a cidade de Torrance e quaisquer redes ou contatos que ele possa ter mantido à distância do evento.

Convidamos leitores da cidade a acompanhar as atualizações sobre este caso e a compartilhar suas opiniões sobre as medidas de segurança em eventos de alto perfil. O que você acha que pode ser feito para evitar incidentes como este no futuro? Deixe seu comentário para enriquecermos este debate sobre proteção, responsabilidade e transparência em momentos de crise.

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