Diretor de escola preso por estupro de vulnerável: Justiça converte flagrante em preventiva na audiência de custódia

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Um diretor da rede municipal de educação de Vereda foi preso sob suspeita de estupro de vulnerável contra um aluno de 13 anos. O crime ocorreu na Escola Municipal José Rosa de Souza, no distrito de São José de Vereda, na zona rural. A prisão foi efetuada na manhã de quinta-feira e o caso tramita na Justiça, com a custódia mantida como medida preventiva.

De acordo com a Polícia Militar, o estudante relatou que, ao tocar o sinal, foi chamado a uma sala reservada, onde houve violência sexual, incluindo relação oral e anal. O laudo médico, submetido aos exames, confirmou a conjunção carnal. A vítima foi acompanhada pelo Conselho Tutelar e pela mãe durante o atendimento na delegacia, reforçando o compromisso das autoridades com a proteção de menores na cidade.

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Polícia Civil de Teixeira de Freitas, onde o delegado plantonista lavrou o flagrante com base no artigo 217-A do Código Penal, que trata de estupro de vulnerável. Rui Amâncio Santos foi encaminhado à carceragem e permanece à disposição da Justiça. A investigação continua em curso, com diligências anunciadas pelas autoridades para esclarecer as circunstâncias do ocorrido.

Nesta sexta-feira (24), ocorreu a audiência de custódia, e o juiz converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva. A defesa informou que pretende recorrer, destacando que o réu é primário, possui residência fixa, exerce atividade lícita e é pai de dois filhos, fatores que, na visão da defesa, podem fundamentar eventual liberdade provisória. A advogada também afirmou que a investigação está em fase inicial e que apresentará a outra versão dos fatos, respeitando o devido processo legal.

O caso levanta o debate sobre a proteção de menores em Vereda e sobre a atuação dos protocolos de segurança em escolas municipais. Com Rui Amâncio detido, a cidade aguarda os próximos passos do processo e o andamento das apurações pelo Ministério Público e pela defesa, que deverão esclarecer as responsabilidades legais cabíveis e manter a comunidade informada sobre o andamento do caso, assegurando transparência nas decisões judiciais.

Convidamos os leitores da cidade a compartilhar opiniões sobre as medidas de proteção a crianças e a fiscalização em instituições de ensino. Como você acha que Vereda pode aprimorar os mecanismos de prevenção e de resposta a casos como este? Deixe seu comentário abaixo para enriquecer o debate público, pois a participação de moradores ajuda a buscar soluções mais eficazes para a região.

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