Trump diz que EUA estão enfraquecendo defesa do Irã e promete ampliar ataques

Escrito por: Diógenes Cunha

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O presidente dos Estados Unidos, atualmente em exercício desde 2025, afirmou em um pronunciamento nacional que os objetivos centrais do conflito, iniciado há 32 dias, estariam prestes a ser atingidos. Em cerca de 20 minutos de fala, ele anunciou a intensificação dos ataques nas próximas duas a três semanas, sem fechar a porta para negociações, e ressaltou que a gestão não busca mudar regimes, mas que as ações devem seguir até que as metas estratégicas sejam alcançadas.

Segundo o mandatário, as forças norte-americanas estão desmantelando, de forma sistemática, a capacidade de defesa do regime do Irã. O discurso apresenta um tom de vitória militar, destacando supostas vitórias no campo de batalha e prometendo ampliar as ações contra o governo iraniano. O presidente reconhece que o novo grupo dirigente, apesar de menos radical, continua sob pressão, e que, caso não haja acordo em duas a três semanas, haverá alvos estratégicos definidos, entre eles usinas de geração de energia. Em relação ao petróleo, ele afirmou que o ataque não seria o petróleo como alvo principal, pois isso comprometeria a sobrevivência e a reconstrução.

O presidente reiterou que, conforme suas palavras, já houve destruição relevante das forças iranianas, embora não tenha apresentado evidências claras. Ao tratar do Estreito de Ormuz, ele mencionou que, apesar de a passagem para o petróleo permanecer sob controle iraniano, os EUA não dependem do petróleo transportado por lá e que países que dele dependem devem se responsabilizar pela segurança da passagem, com os EUA oferecendo apoio, mas cobrando liderança na proteção do petróleo de que dependem.

Quanto aos aliados, Trump citou trabalhos de cooperação com Israel, Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Bahrein, apontando que essas nações mantêm bases norte-americanas na região e têm interesse direto na continuidade da estratégia de pressão. Sobre o preço da gasolina, o presidente minimizou o impacto, atribuindo o aumento a ataques de que chamou de terroristas do Irã contra petroleiros em países vizinhos, e classificando a elevação como passageira. Ele ainda comparou a duração da operação com guerras históricas, afirmando que, até agora, a intervenção dura 32 dias, e que o investimento é voltado ao futuro dos filhos e netos dos norte-americanos.

O pronunciamento também ocorreu em meio a protestos que tomaram diversas cidades nos Estados Unidos, com milhares de manifestantes criticando o envolvimento do governo na guerra e as políticas de segurança interna. A fala, no entanto, não deixou de responder a questionamentos sobre a condução do conflito, o custo humano e financeiro, além do impacto na opinião pública, já visivelmente fragilizada em parte da população.

Ao encerrar, o compromisso é com o acompanhamento das próximas etapas da operação e com o debate público sobre negociações, estratégias e objetivos a serem alcançados. O leitor é convidado a compartilhar suas impressões e análises sobre o rumo da política externa norte-americana e as possíveis desdobramentos da crise regional nos próximos dias. Qual é a sua leitura sobre os próximos passos anunciados pelo governo dos EUA?

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