Resumo rápido: a Petrobras anunciou um reajuste de 18% no preço médio de venda do querosene de aviação, o QAV, para distribuidoras, com validade a partir de 1º de maio. O aumento equivale a um acréscimo de R$ 1,00 por litro em relação ao mês anterior. A estatal também abriu a possibilidade de parcelar parte do reajuste em até seis vezes, sendo a primeira parcela devida em julho de 2026. O ajuste ocorre no início de cada mês, conforme previsto em contratos, e é apresentado como uma medida para preservar a estabilidade do mercado e a demanda no setor de aviação, diante de um cenário geopolítico conturbado.
Segundo a Petrobras, o preço médio de venda do QAV será elevado em 18% para as distribuidoras, com o acréscimo de 1 real por litro em relação ao mês anterior. A nota oficial destaca que a empresa continua oferecendo a opção de parcelar parte do reajuste, com início da primeira parcela em julho de 2026. A justificativa é evitar impactos abruptos no setor e manter a disponibilidade do combustível para o mercado, contribuindo para a continuidade das operações de companhias aéreas e de voos em diversas regiões.
O movimento de ajuste ocorre num contexto internacional marcado por tensão geopolítica. Os preços do petróleo vêm avançando desde os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã no fim de fevereiro. O aumento chamou a atenção do setor por causa do Estreito de Ormuz, rota crucial para o transporte de petróleo, cuja eventual interrupção pode afetar o abastecimento global. A Petrobras menciona que os reajustes do QAV são ajustes contratuais que ocorrem no começo de cada mês, alinhados a condições de mercado e ao cenário de fornecimento.
Especialistas destacam que esse tipo de reajuste pode repercutir nos custos operacionais das companhias aéreas e, em algumas situações, influenciar tarifas em determinadas rotas. No entanto, a estatal ressalta que a medida é necessária para manter o funcionamento do mercado brasileiro e assegurar a disponibilidade de combustível para voos nacionais, especialmente em um momento em que o cenário geopolítico global gera volatilidade nos preços de energia. A análise aponta ainda que a opção de parcelamento busca atenuar impactos imediatos sobre operadores menores e sobre o planejamento de longo prazo do setor.
E você, como tem observado esse reajuste interferir nos seus planos de viagem ou no orçamento de deslocamentos da cidade? Compartilhe seus comentários e opiniões sobre o tema. Sua visão ajuda a entender de perto como decisões da Petrobras podem afetar o dia a dia de moradores, empresas e famílias da região.
