O cronograma de Hugo Motta para a escala 6×1

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A Câmara dos Deputados planeja aprovar ainda neste mês a PEC da escala 6 por 1, acelerando a tramitação. O cronograma aponta votação na comissão especial entre 25 e 26 de maio e plenário no dia 27, com o relator Leo Prates apresentando parecer em 5/5.

Conforme apurou o Metrópoles, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), já determinou sessões deliberativas no plenário a partir de segunda-feira, 4/5, para adiantar a contagem de prazo para emendas na comissão especial responsável pela análise da proposta.

O objetivo é concluir a tramitação ainda em maio, mantendo um ritmo mais rápido para que a pauta seja levada ao plenário o quanto antes. Na prática, o calendário indica uma janela apertada entre a primeira semana de maio e o fim do mês, com a comissão especial trabalhando de forma célere para consolidar o texto.

Como mostrou o Metrópoles, na sexta-feira (1º/5), Motta convocou sessões deliberativas do plenário a partir de segunda-feira (4/5), com o objetivo de acelerar a contagem de prazo para a apresentação de emendas na comissão especial responsável pela análise da proposta.

Em publicação no Instagram, durante o Dia do Trabalhador, o parlamentar reafirmou a intenção de concluir a tramitação ainda neste mês, mantendo o equilíbrio entre as necessidades dos trabalhadores e a responsabilidade fiscal do país.

“Neste 1º de maio, quero reafirmar o compromisso da Câmara dos Deputados com os direitos dos trabalhadores. Sei que muitos aguardam uma resposta sobre a PEC da escala 6 por 1, e o meu compromisso é claro: não ficaremos apenas no discurso. Já instalamos a comissão especial para um debate profundo e célere. Nossa meta é aprovar o texto ainda neste mês, sempre com o equilíbrio que o Brasil precisa”, declarou.

O resumo das ações aponta para uma tramitação acelerada, com a expectativa de uma decisão final ainda em maio, conectando as demandas da cidade e das áreas produtivas com a necessidade de previsibilidade para o setor trabalhista.

E você, o que acha da proposta da escala 6 por 1 e do cronograma apresentado? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe com quem acompanha a política econômica e trabalhista do país.

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