OMS confirmou dois casos de hantavírus entre passageiros de um cruzeiro ancorado em Cabo Verde, com três mortes já registradas. Ao todo, sete casos foram identificados, incluindo um paciente em estado crítico e três com sintomas leves. Três dessas pessoas já deixaram o cruzeiro, restando quatro ainda a bordo.
Na atualização de 4 de maio de 2026, a OMS informou que dois casos foram confirmados em laboratório e outros cinco são suspeitos, totalizando sete. Entre eles, três faleceram, um permanece em estado crítico e três apresentam sintomas leves. Três dessas pessoas já deixaram o cruzeiro, restando quatro a bordo.
A OMS também confirmou ações que envolvem um voo que saiu de Santa Helena com destino a Joanesburgo, no qual uma turista holandesa de 69 anos, infectada por hantavírus, morreu em um hospital da África do Sul. Ela desembarcou em Santa Helena em 24 de abril e faleceu em 26 de abril; a infecção foi confirmada nesta semana. A organização está buscando localizar os demais passageiros do voo.
Sobre a transmissão, a OMS avalia a possibilidade de contágio entre pessoas a bordo, levando em conta o período de incubação do hantavírus, que pode variar de uma a seis semanas. Maria Van Kerkhove, diretora de preparação e prevenção, disse que é plausível ter ocorrido contato próximo entre indivíduos, ainda que a origem inicial possa ter sido fora do navio.
Este episódio reforça a importância da vigilância sanitária em viagens internacionais e da comunicação oficial durante surtos. A OMS mantém o monitoramento ativo e recomenda cautela aos viajantes enquanto investiga as possíveis formas de transmissão. Qual é a sua opinião sobre o tema? Compartilhe nos comentários suas perguntas, dúvidas ou experiências relacionadas a hantavírus e viagens, para que a cidade e os moradores fiquem bem informados.
