Quase 1,5 mil beagles resgatados de um centro de pesquisa nos Estados Unidos estão chegando a abrigos e organizações de resgate. A operação, liderada pelo Big Dog Ranch Rescue e parceiros, prepara os cães para adoção por meio de vacinação, microchipagem e castração. Já houve interesse de mais de 700 famílias na região, que aguardam a chance de oferecer um novo lar aos animais.
Os beagles eram criados para uso em experimentos e viviam em instalações voltadas a pesquisas. O resgate ocorreu após acordo entre organizações de proteção animal e a empresa responsável pelos cães, cuja venda não foi divulgada publicamente, gerando protestos na sede da companhia.
Os primeiros 300 cães foram retirados na sexta-feira, 1º de maio, após uma série de protestos na sede da empresa. Eles já recebem vacinas, microchip e castração, preparando-os para o transporte aos locais de acolhimento. A expectativa é de que o restante do lote seja liberado nas próximas semanas.
Muitos apresentavam sinais de negligência e pouca socialização, reflexo de terem crescido em ambientes destinados apenas a pesquisas. O objetivo agora é integrá-los ao convívio doméstico e ao contato com pessoas, com especial atenção à socialização e ao bem-estar emocional dos animais.
“Depois de uma hora, eles passam a buscar atenção e chegam a subir no colo das pessoas. São cães extremamente dóceis”, afirmou Lauree Simmons, presidente do Big Dog Ranch Rescue, que coordena parte do acolhimento.
Agora, os cães ficam sob cuidado de voluntários e entidades de resgate em diferentes regiões. O abrigo informou ter recebido mais de 700 pedidos de adoção, com novas candidaturas a serem avaliadas nos próximos dias.
As etapas iniciais incluem vacinação, microchip e castração, com o restante dos animais previsto para liberação na próxima semana. Esta operação evidencia a importância da proteção animal e da mobilização de moradores para oferecer uma segunda chance a quem passou por situações de negligência.
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