Resumo: no Bahia, Dell abriu o Ba-Vi com gol decisivo, mas a volta de Everaldo reconfigurou o ataque. O jovem atacante viu menos minutos na equipe principal, enquanto Everaldo ganhou presença constante e virou referência ofensiva em Brasileirão e Copa do Brasil. No Sub-20, Dell manteve atuação frequente e marcou, enquanto Everaldo soma gols desde o retorno e amplia o saldo do duelo entre os dois no decorrer da temporada.
Antes da reestreia de Everaldo, Dell acumulou 349 minutos em seis partidas, com média de 58,1 minutos por jogo. A impressão era de que ele poderia ganhar mais espaço, especialmente pela lesão de Ruan Pablo e pela necessidade de opções no setor ofensivo.
Após o retorno de Everaldo, Dell teve queda expressiva: 276 minutos em 17 jogos, média de 16,2 minutos por duelo, descontadas suspensões contra Vasco e Remo. Enquanto isso, o camisa 9 ganhou minutos relevantes perto do relacionamento com o time, mantendo-se como opção, mas com menos presença efetiva no lance.
No mesmo período, Everaldo somou 730 minutos em 17 partidas, com média de 42,9 minutos por jogo. A diferença entre eles, nesses jogos, chega a 454 minutos a favor de Everaldo, que passou a ser mais utilizado no Brasileirão e na Copa do Brasil, enquanto Dell alternava entradas rápidas e momentos sem atuar.
No Campeonato Brasileiro Sub-20, Dell ganhou espaço significativo: 346 minutos em quatro partidas e um gol. A média no Sub-20, 86,5 minutos por jogo, ficou acima da média registrada no profissional, evidenciando que o jovem atacante mantém ritmo competitivo na base, mesmo com menos tempo na equipe principal.
Entre gols de Dell e Everaldo neste período, a diferença é pequena: Dell marcou quatro gols na temporada de 2026, enquanto Everaldo já soma cinco gols desde o retorno ao Bahia. No próximo desafio, diante do Cruzeiro, neste sábado às 16h, Rogério Ceni pode confirmar mais minutos para Dell caso o jogador demonstre evolução física e ritmo de jogo.
Como você enxerga o equilíbrio entre Dell e Everaldo neste momento do Bahia? Deixe sua opinião nos comentários e conte como você acha que o técnico deve explorar o duelo de atacantes nos próximos jogos.
