Na tarde desta terça-feira, Serrinha, no Nordeste baiano, registrou um tremor de terra de magnitude 2,1. O evento, monitorado pelo Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), responsável pelo monitoramento da atividade sísmica no Nordeste, foi registrado na região do Sisal e, segundo informações iniciais, não foi sentido pela maioria dos moradores.
A apuração do G1 Bahia aponta que nenhum morador relatou ter sentido o tremor. A magnitude ficou em 2, em uma escala de 9, conforme a unidade de medida Richter. O Serviço Geológico do Brasil (SGB) explica que abalos abaixo de 3 costumam passar despercebidos pela população da região.
Este não é o primeiro abalo registrado neste mês. No último sábado, Nordestina, também na Região do Sisal, teve tremor de magnitude semelhante, de acordo com o laboratório. Especialistas destacam que tremores de baixa magnitude são comuns no Brasil e, na maioria das vezes, não são percebidos pela população, ocorrendo por pressões geológicas naturais na crosta.
Especialistas ressaltam que esse tipo de tremor não representa risco imediato, mas reforça a importância de monitoramento contínuo da atividade sísmica na região Nordeste. O Laboratório Sismológico da UFRN segue registrando eventos e disponibilizando dados para moradores e autoridades locais.
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