Belo Horizonte vive um caso de violência política: a vereadora Juhlia Santos (Psol) recebeu mensagens de morte com conteúdo racista e transfóbico, que também atingem pessoas próximas a ela.

As mensagens trazem ameaças tanto contra a vereadora quanto contra pessoas próximas a ela. Em uma delas, foi exigido que ela renunciasse ao mandato para não ser morta, revelando o giro de violência que envolve a atuação de mulheres na política.
A parlamentar informou ter encaminhado o material às autoridades e à Justiça, dando andamento à investigação que também apura casos semelhantes recebidos em fevereiro. Na época, ela já havia solicitado proteção policial, concessão que foi mantida. O presidente da Câmara de Belo Horizonte afirmou que a Polícia Civil de Minas Gerais já identificou um suspeito.
Correligionários manifestaram apoio à vereadora. Parlamentares e pré-candidatos deram solidariedade, entre eles Maria da Consolação, Iza Lourença, Célia Xakriabá, Lohanna França e os vereadores Pedro Patrus e Bruno Pedralva.
A prefeitura e as autoridades locais reforçam que violência contra representantes eleitos não será tolerada e a investigação continua sob a responsabilidade da Polícia Civil de Minas Gerais. A Câmara permanece firme na defesa das pautas defendidas pela vereadora, diante das ameaças que buscam silenciar vozes da cidade.
E você, o que pensa sobre esse episódio e o papel das autoridades na proteção de moradores e da democracia na cidade? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da conversa.
