Multimarcas Skaf recebe convidadas em agradável coquetel com a Primart

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Na capital federal, a multimarcas Skaf abriu o circuito fashion ao apresentar a nova coleção da Primart, marca mineira de tricô com 42 anos de tradição. O coquetel aconteceu na Lago Sul, reunindo Patrícia e Sarah Skaf, Paola Bernardi e Helena Lunardelli, entre outras presenças. A noite revelou a força de uma parceria de longa data entre as duas marcas, com a moda artesanal ganhando destaque para a cidade.

Entre araras, taças de espumante e menu assinado por Renata La Porta, o ambiente ganhou elegância. A relação entre Skaf e Primart vai além de negócios: é uma construção coletiva de coleções, com cada peça pensada para o gosto da clientela da cidade e com ajustes que reforçam a identidade local, conforme destacou Patrícia Skaf.

Paola Bernardi detalhou a origem da Primart, fundada em Monte Sião a partir do sonho da mãe, Lucia Helena Bernardi. A marca nasceu como negócio familiar e manteve o espírito artesanal, acompanhando as demandas da mulher moderna sem perder o toque artesanal que a tornou referência no tricô.

Em 2024, a parceria ganhou novo impulso com a participação de Helena Lunardelli, que passou a atuar na curadoria de estilo, imagem, criação e marketing da Primart. Ela destacou o cuidado por trás de cada peça, com tecelagem que pode levar horas de trabalho e atenção aos detalhes ao longo de todo o processo produtivo.

Patrícia Skaf também ressaltou a proximidade com a equipe da Primart e como ajustes específicos para a moda de Brasília ajudam a moldar as peças ao lifestyle local. A conversa mostrou uma relação sólida, que transforma a tradição artesanal da Primart em peças contemporâneas para a cidade.

Confira abaixo a galeria com registros da celebração, que ilustram a sinergia entre tradição familiar, design contemporâneo e o estilo único da capital.

Para quem acompanha moda na cidade, o mix entre tradição artesanal e contemporaneidade que a Primart e a Skaf representam é um roteiro de referência. A narrativa familiar da Primart, somada à visão de Helena Lunardelli e ao foco na clientela local, mostra como o tricô artesanal pode dialogar com o estilo de Brasília sem perder sua essência.

E você, o que acha dessa parceria entre marcas tradicionais e figuras da moda contemporânea? Deixe seu comentário e conte como a moda artesanal pode inspirar o guarda-roupa da cidade. Sua opinião enriquece a conversa sobre estilo, identidade local e o futuro da moda em Brasília.

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