O governo Lula redesenha as prioridades para 2026, abrindo espaço para agenda regulatória e econômica e deixando a PEC da Segurança Pública em segundo plano no Congresso, já que foi aprovada na Câmara, mas aguarda andamento no Senado. A manobra busca evitar temas polêmicos neste ano eleitoral, concentrando esforços em medidas consideradas urgentes para a cidade e o país.
No Senado, a primeira etapa de análise caberia à CCJ, mas o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, ainda não encaminhou a matéria para o colegiado. Na Câmara, a resistência veio principalmente de governadores de partidos da oposição, o que levanta a expectativa de que a PEC possa ficar estagnada até após as eleições, conforme avaliação de auxiliares do governo.
A cobertura jornalística também mostra registros do momento e, para ilustrar, segue uma galeria com imagens de alto formato capturadas durante eventos recentes envolvendo o governo e o próprio Lula.



Entre as novas prioridades está um projeto do líder do governo na Câmara, Paulo Pimenta (PT-RS), que pretende reduzir tributos sobre combustíveis para atenuar os impactos da guerra no Irã. O requerimento de urgência já foi apresentado, e o texto é relatado pela deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO).
Outra prioridade é a chamada jornada de trabalho 6×1. O tema está em discussão na Câmara, onde uma comissão especial analisa o mérito; a expectativa é votá-lo até o fim de maio e, em seguida, encaminhar ao Senado. A medida é vista como parte das ações do governo para 2026.
Na pauta econômica e estratégica, o governo também busca um marco regulatório para a exploração de minerais críticos e terras raras. O projeto já foi aprovado na Câmara e está no Senado. O assunto ganhou destaque quando Lula mencionou o tema em encontro com Donald Trump, sinalizando interesse de um acordo com os EUA para essas riquezas. As avaliações do Palácio do Planalto são de que o texto deve enfrentar pouca resistência no Senado.
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