Acusado de matar e esquartejar Thalita Berquó vai a júri popular no DF

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Um dos três assassinos confessos de Thalita Marques Berquó Ramos, de 36 anos, Joao Paulo Teixeira da Silva (foto em destaque), será julgado nesta quinta-feira (14/5) pelo Tribunal do Júri do Guará. Thalita foi morta e esquartejada durante uma invasão no Parque Ecológico Ezechias Heringer, em 13 de janeiro de 2025. O processo original para o julgamento precisou ser remarcado após a defesa abandonar o caso cinco dias antes da sessão, levando a Justiça do Distrito Federal a remarcar a diligência. Joao Paulo é acusado de participar do assassinato e do esquartejamento.

Além do caso em curso, o réu já havia sido condenado em março a 11 anos, 6 meses e 18 dias de prisão, em regime inicialmente fechado, por tentativa de homicídio contra um desafeto. No momento do crime que o levou a júri, Joao Paulo estava em liberdade condicional e já respondia a outras ações, sendo considerado multirreincidente, com condenações anteriores por roubo e furto qualificado. O Conselho de Sentença destacou a alta periculosidade do acusado.

O crime na invasão ocorreu na madrugada de 2 de dezembro de 2024, na QE 40 do Guará II, quando Joao Paulo efetuou disparos que atingiram a vítima no braço. O caso teve motivação ligada ao tráfico de drogas, segundo a sentença, o que configurou motivo torpe de acordo com o órgão julgador.

Crime bárbaro Thalita foi morta em 13 de janeiro de 2025 durante uma invasão no Parque Ecológico Ezechias Heringer, no Guará. Segundo as investigações, houve desentendimento relacionado à qualidade das drogas vendidas pela dupla de autores, que incluía um homem e dois adolescentes. Thalita foi morta a pedradas e facadas, com partes do corpo descartadas no córrego da região e o tronco enterrado no local. Dias depois, a cabeça e as pernas foram localizadas na Estação de Tratamento de Esgoto da Caesb, no Setor de Clubes Esportivos Sul, próximo à Vila Telebrasília.

thalita berquo
Thalita Berquó foi morta aos 36 anos

A violência repercute na cidade do Guará e na região, com autoridades buscando esclarecer o caso e oferecer respostas à família da vítima. Enquanto o julgamento avança, a investigação permanece sob a supervisão do sistema judiciário para definir responsabilidades e desdobramentos, sempre mirando a comissão de crimes ligados ao tráfico de drogas e à atuação de menores em atos criminosos.

E você, leitor da cidade, qual o seu ponto de vista sobre a atuação de traficantes e o impacto dessas ações na segurança local? Deixe sua opinião nos comentários e participe do debate sobre como fortalecer a proteção da nossa região.

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