A Copa do Mundo de 2026 promete entrar para a história, ampliando para 48 seleções e passando a ser disputada nos Estados Unidos, México e Canadá. A edição já começa a redesenhar o cenário do futebol mundial, antes mesmo do pontapé inicial.
Entre as ausências mais expressivas estão Itália, tetracampeã, que não conseguiu avançar pelas eliminatórias pela terceira vez seguida. A Rússia permanece suspensa desde 2022, sem caminho de classificação para 2026, e a Ucrânia ficou fora, após chegar perto na repescagem europeia.
Na América do Sul, Chile, Peru, Venezuela e Bolívia também ficaram sem vaga, deixando para trás gerações que chegaram a brilhar em números recentes. O Chile, conhecido pelos títulos da Copa América, ficará ausente pela terceira edição consecutiva.
Na Concacaf, os Estados Unidos, México e Canadá terão vaga automática, mas Costa Rica, Honduras, Jamaica, Trinidad e Tobago, Guatemala e El Salvador não garantiram presença no Mundial.
Na Ásia, China ficará ausente pela segunda Copa seguida, ao lado de Emirados Árabes Unidos, Omã, Síria, Líbano, Índia, Vietnã e Tailândia. Na Oceania, Nova Zelândia será representante direto, enquanto Ilhas Salomão, Tahiti, Fiji, Nova Caledônia, Papua?Nova Guiné, Samoa e Vanuatu ficam de fora.
Mesmo com a ampliação, o torneio mantém o peso das eliminatórias. A lista de ausências ajuda a moldar a narrativa da competição, criando uma espécie de Copa paralela formada por grandes nomes que não vão disputar a edição mais ampla da história.
A edição de 2026 deverá trazer estreias, retornos e mais jogos. Itália, Rússia, Nigéria, Ucrânia, Dinamarca, Polônia, Camarões e Chile aparecem como destaques entre as seleções ausentes, influenciando o equilíbrio da competição antes mesmo da bola começar.
E você, quais ausências mudam mais a sua leitura sobre o Mundial? Deixe nos comentários a sua aposta para os confrontos e as surpresas que espera nesta edição histórica.
