Santa Catarina e Paraná respondem às falas de Romeu Zema sobre o vídeo envolvendo o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, mantendo alianças estratégicas com o PL para as eleições de 2026. O episódio mostra o Novo em posição de defesa de investigações sobre o caso Banco Master e de alinhamento com o PL, mesmo diante de críticas vindas de dirigências estaduais.
Em Santa Catarina, o presidente do Novo, Kahlil Zattar, afirmou que não houve alinhamento prévio com o partido e que a divulgação do vídeo foi precipitada e desnecessária. Sobre o Banco Master, o diretório catarinense defendeu a continuidade das apurações e a instalação de uma CPMI. A aliança com o PL na eleição estadual segue firme, com Adriano Silva, ex-vice de Joinville, figurando como vice na chapa de reeleição do governador Jorginho Mello.
Já no Paraná, o diretório do Novo disse que a divulgação pública do vídeo gerou ruídos desnecessários e que o alinhamento com o partido nacional deveria ter sido considerado antes de pronunciamentos. Ainda assim, a parceria com o PL permanece estável. O partido defende investigação aprofundada sobre o Banco Master e a criação de uma CPMI. O Novo deixou o grupo de Ratinho Júnior (PSD) para apoiar Sérgio Moro (PL) à liderança do governo estadual.
A postura dos dirigentes evidencia uma estratégia de manter espaço político, dialogando com o PL e buscando consolidar apoiadores em duas regiões decisivas para 2026. Em Santa Catarina, a chapa com Adriano Silva é vista como ferramenta para ampliar o espectro de alianças; no Paraná, a mudança de rumo aponta para Moro e fortalece a presença do Novo nas disputas estaduais.
MetaDescrição: Novo enfrenta críticas em Santa Catarina e Paraná após falas de Zema sobre vídeo envolvendo o filho de Bolsonaro; alianças com o PL e foco em investigação do Banco Master marcam a estratégia para 2026.
