Em Pequim, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em seu segundo mandato, destacou avanços na relação com a China após a visita a Xi Jinping: petróleo americano deve ganhar espaço maior nas compras chinesas, ao lado de maiores exportações de soja e milho, sinalizando um eixo econômico mais estável entre as potências.

Durante entrevista à Fox News, Trump afirmou que a China pretende ampliar a aquisição de petróleo e facilitar mais importações de commodities agrícolas dos EUA, descrevendo as negociações como positivas. Segundo ele, as autoridades chinesas planejam enviar navios para o Texas, Louisiana e o Alasca para comprar energia, destacando a abundância de energia americana.
As negociações também foram apresentadas como passo para fortalecer as relações comerciais entre as duas potências. Trump ressaltou que o governo chinês estaria aberto a abrir o mercado para empresas norte-americanas, em um momento de diálogo que aborda, além de economia, questões geopolíticas como o Irã, o combate ao tráfico de fentanil e a segurança no Estreito de Ormuz.
Os dois líderes se reuniram no Zhongnanhai, complexo político de Beijing, no que marcou o último dia de encontros na capital chinesa. Eles já haviam se visto em outubro do ano anterior, à margem de uma cúpula internacional na Coreia do Sul, quando concordaram em manter as negociações comerciais em curso.
A viagem aponta para uma relação econômica mais previsível entre os EUA e a China, com foco em energia, agricultura e comércio. Mesmo diante de tensões, o encontro sinaliza uma disposição de cooperação que pode influenciar o cenário global, especialmente no equilíbrio entre as duas maiores economias do mundo.
Meta descrição: Trump, em seu segundo mandato, diz que China quer ampliar compras de petróleo e importações agrícolas, apontando para avanços comerciais durante encontro com Xi Jinping em Pequim.
